Vamos fortalecendo laços
de amizade e depois não sabemos dizer que não.
Melhor dizendo, temos
prazer em estar com os nossos amigos.
Tudo começou com o
«Castanheiro Gigante da Arrifana», propriedade do Senhor Américo, e que a
doença impiedosa (Cancro do castanheiro?) ceifou.
Até foi na Arrifana que
ouvi um distinto ancião, pela primeira vez, as palavras mágicas:
«castanhas caniçadas». Estas palavras levaram-me a penar pelo país e ilhas, a
seco e sem jeira, a investigar sobre a «memória imaterial da castanha»,
publicando os livros: Memórias da Maria Castanha e Maria Castanha Outras
Memórias.
O Castanheiro, uma árvore
divinizada e o seu mágico fruto, a castanha, fizeram mais pela humanidade do
que possamos imaginar. É talvez a árvore a quem o Homem mais deve.
Mas, no dia 5 de Novembro
lá estaremos no pavilhão para celebrar, para escutar, para petiscar e para
conviver com a gente amiga da Arrifana (Guarda). A castanha e a boa gente da
Guarda são do melhor que há.
São todos convidados.
Consultem o Programa.
Jorge Lage
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