quarta-feira, 18 de outubro de 2023

hospital Ahli Arab bombardeado pelos terroristas sediados em Gaza

Ontem fizemos um pequeno comentário sobre o bombardeamento ao hospital Ahli Arab que, por sinal, é um hospital Cristão!

Hoje, um dia depois, sabe-se que quem provocou aquele acto escabroso foi a Jihad Islâmica. E sabe-se por conversa detectada entre duas patentes do HAMAS, onde reconhecem isto, e por um vídeo que prova que o hospital foi atingido por um roquete do HAMAS e não por um míssil (israelita). Ou seja, deixemos a hipocrisia de lado e analisemos a questão com seriedade.

O Hamas usa o dinheiro que a Europa tem enviado (pago pelos impostos dos contribuintes europeus) para a Palestina, para praticar terrorismo. Usou esse dinheiro para construir os túneis que passam por baixo de escolas e hospitais, usando estas estruturas como escudos e como bases de ataque.

Mesmo assim, no espaço de dois dias, o agressor (HAMAS) é considerado o agredido! Isto, simplesmente porque um grupo composto por esquerdistas milionários e de certos privilegiados, dominam o Komentário nos meios de comunicação, manipulam os parvos e os estúpidos.

Temos assistido a esses komentadores a argumentar que Israel está a praticar genocídio, depois de ser vítima daqueles casos horrendos do dia 7 deste mês. O que se sabe é que Israel, depois de ser agredido desta maneira, criou corredores para que os civis do Norte de Gaza se pudessem refugiar no Sul. Se a sua intenção fosse a de praticar genocídio, teriam atacado o Norte e o Sul, e não apenas o Norte, cuja intenção é apenas atacar os terroristas, que quando ocuparam o poder (por eleições, diga-se), assassinaram a maior parte das patentes da Autoridade Palestiniana.

Quanto à questão da água e da electricidade, ela está mais do que explicada. A electricidade era distribuída por sete estruturas. Uma foi destruída por Israel, as outras seis foram destruídas pelo HAMAS!

Quanto à história destes dois povos (que são primos direitos), ambos semitas, tem sido aldrabada por esses esquerdistas milionários e privilegiados. Sabemos que no século III A.C. ambos conviviam na península arábica como amigos. Quanto à história moderna, basta consultar o que escrevemos neste espaço em 2014.

 

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