Saudações do decano que julgo recuar ao dia da morte de João Ribeiro, em 8/7/2016.
Na investigação que tenho vindo a fazer, sabe-se que a web sistematizou o nome do fotojornalista João Ribeiro, nascido em 1925 e iniciando a atividade, como fotógrafo, em 1946 e aposentando-se em 1994, com 48 anos de atividade. Depois de aposentado ainda colaborou em biscatos, até 2007, aumentando para 13 anos o que somou 61 anos da atividade. Faleceu em 2016 com 91 anos de idade. Como não saiu do país e esteve ligado aos órgãos mais importantes, ora como fotógrafo, ora como jornalista e se criou, por essa altura uma espécie de sindicato comum para as duas valências ( escrita e imagem), acabou por ter o 1º cartão e ser homenageado pela classe.
A ligação às publicações mediatas. E o mediatismo da imagem que criou o provérbio (vale mais uma boa fotografia do que mil palavras) João Ribeiro, quer em vida, quer na morte, fez com que desse nas vistas em relação a outros casos, nomeadamente em relação a Eduardo Pinto Soares que nasceu no mesmo ano, de 1925, iniciou-se aos 15 anos no diário do Norte e outros. Graças à experiência e formação religiosa, o bispo de Moçambique, Sebastião de Resende, convidou-o, em 1950, para fundar e a promover o Diário de Moçambique e, mais tarde, também, o Diário o Diário de Lourenço Marques. Uma experiência no jornalismo que se imaginará, como sólida, ainda que menos mediática, em Portugal. Regressado, como milhares, pelas razões políticas que se conhecem, fundou e dirigiu, durante 36 anos, o Jornal de Matosinhos. Entre o regresso de Moçambique e a fundação do seu próprio jornal, em 1981, trabalhou em vários jornais durante 4 anos. Faleceu em 2017, um ano depois, com 92 anos Nascendo no mesmo ano e tendo ambos a mesma atividade, nunca se averiguou qual deles deveria ter sido o decano. Ambos se dedicaram à mesma função .
Apelo aos mais curiosos por este tema que, como diz o povo «não aquece nem arrefece». O atual diretor do Jornal de Matosinhos que acaba de completar 43 anos e com uma atuação pública irrepreensível, já escreveu que o Pai, já em vida se considerava, o decano dos jornalistas. Pessoalmente conheci os dois e procurei imitá-lo. Catorze anos mais novo do que eles, honro-me em ser o seu substituto apenas no epíteto. Só dia 23 de Junho, deste ano, tive a informação, pelo JN, deste palavrão que se conquista pela fidelidade, pela arma de combate social e pelo instrumento de trabalho.Esta arma de combate, incomoda alguns, entretém muitos que ficam insensíveis, mas denuncia outros que estão atentos aos atrevidos; e que, em nome de liberdade, da justiça e da paz social,se oferecem, correndo riscos, para cumprirem o papel daqueles que se auto-proclamam «donos disto tudo».
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Parabéns Dr. Barroso da Fonte, pelo "decano dos jornalistas."
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