Por MARIA da GRAÇA
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| FIG. 1 |
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| FIG. 2 |
A mulher, em pé, segura o cântaro com uma mão, gesticulando com a outra. O cântaro está apoiado na borda do poço. Veste túnica comprida, com pregas verticais sulcadas junto aos pés.
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| FIG. 3 |
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| FIG. 4 |
À excepção de Maria Madalena a quem é reservada uma iconografia autónoma, a samaritana é a mulher do evangelho que frequentemente é representada na História da Arte.
O relato evangélico
ofereceu aos artistas uma quantidade de detalhes na caracterização das
personagens. As diversas interpretações deste encontro localizam-se em dois
momentos diferentes. Alguns artistas preferiram dar relevo à primeira parte do
diálogo onde Jesus, fatigado, pede à samaritana que lhe dê de beber. Outros,
pelo contrário, representaram o momento final, quando a mulher cede à
eloquência de Jesus, inclinando-se perante as suas revelações, enquanto os
apóstolos regressam com as provisões.Na região conhecemos duas iconografias sobre este tema: A de Lobrigos (Fig.1) e a de Avantos (Fig.2). E dois dos prováveis modelos, as gravuras de Giovanni Maria Morandi (Fig.3) e de Pier Francesco Mola (Fig.4). Com toda a certeza, as duas iconografias durienses foram baseadas no mesmo modelo iconográfico, pois as suas semelhanças são notórias.
IN As Mulheres Nos Evangelhos Canónicos- A Sua Representação na Periferia Duriense.
ARMANDO PALAVRAS
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