«Apanhei com a guerra na cabeça. Ficou-me trancada na cabeça.»
Assim se inicia Guerra, romance que, num maço de duzentas e cinquenta páginas,
estava entre os manuscritos de Céline desaparecidos durante a libertação de
Paris, em 1944, e que agora, sessenta anos após a morte do seu autor, é finalmente
trazido a público.

Sem comentários:
Enviar um comentário