sábado, 17 de setembro de 2022

O Modo de Funcionar da Geringonça Portuguesa e a ECONOMIA

 

Reflexões_JBM_SetembroV_2022_O Modo de Funcionar da Geringonça Portuguesa e a ECONOMIA

J. Barreiros Martins Prof. Cat. Emérito Jubilado da Universidade do Minho

 

É Lei Fundamental da Economia que o “ O Valor Monetário  Total do que se PRODUZ num ano chamado PRODUTO INTERNO BRUTO (PIB) que representa a soma de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região, durante um período determinado. O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia com o objetivo de quantificar a atividade económica de um País ou região tem de ser sempre maior ou igual gasta nomeadamente nos Serviços Públicos.  

Se o que se gasta nos Serviços Públicos é maior que o PIB haverá um “Deficite Orçamental” e para o cobrir tem de aumentar-se a “Dívida Pública”, pedindo o Estado aos grandes bancos nacionais e/ou estrangeiros.

O 1ºMinistro que tem Licenciatura pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa, sabe bem disso.

O Presidente da República que também tem Licenciatura em Direito pela mesma Faculdade, sabe bem disso.

Mas, o J do PCP e a Catarina do BE não sabem nem querem saber disso: para ele e ela o que importa é aumentar o salário dos “Trabalhadores”, aconteça o que acontecer. Doutro Modo, os “Trabalhadores” fazem GREVE, isto é são empurradas pela SGTP-INTERSINDICAL comandada por um Agente do PCP que por Lei do Governo, ganha, mas há mais de 30 anos não trabalha. Fazem GREVE, isto é, não trabalham e, por isso as Empresas, tanto as Empresas Privadas como as Empresas Públicas (Caminhos de Ferro, Transportes Colectivos de Lisboa, Porto e outras cidades) o que leva a enormes prejuízos para as populações, pois, muito querem trabalhar e não podem.

 Mas, como as pessoas têm de comprar víveres, pagar rendas de casa, etc., têm muita dificuldade em fazê-lo: nem os bancos lhes emprestam dinheiro ou fazem-no com altos juros.

Tudo isso resulta num AFUNDAMENTO da Economia e no desprestígio internacional

de Portugal. Atém num grande aumento das doenças e até fome em Portugal.

Ao arrepio de tudo, por exº. o J e a Catarina, por exº. os cobradores dos comboios tenham salário superior ao principesco salário do Chefão da CP instalado principescamente em Lisboa no enorme Edifício onde se situa a Gare do Oriente, estação da Linha do Norte.      

Para melhor realizarem o Afundamento da Economia do País como acima se disse,

o J. e a Catarina até chegaram a exigir que Portugal deixasse o EURO e voltasse ao

ESCUDO e ao fabrico de notas frescas pelas rotativas da Casa da Moeda em Lisboa. Só que a “malvada” ECONOMIA também respondia com Inflacção Galopante nos preços dos produtos, nomeadamente nos preços dos produtos alimentares. Além de

que quem precisasse de ir viajar ou viver no estrangeiro teria de converter antes em Portugal muitos escudos em poucos euros e/ou dólares.

 Isso não foi avante devido à enorme Gritaria que surgiu em jornais, emissoras e canais de TV.      

Mas temos de concordar que o 1ºMinistro é um “malabarista de grande categoria:

Para conquistar os votos do J. e os da Catarina, indispensáveis para se manter no

“Poleiro” faz promessas as mais variadas de dinheiros que o J. e, sobretudo a Catarina poderão distribuir aos seus sequazes. Aprovado o ORÇAMENTO GERAL DO ESTADO (OE), logo se verá. Até pode dar para o 1ºMinistro ir à terra onde nasceu  

(eu tenho fotos “secretas” dele a gatinhar em casa dos Pais: uma Senhora de Lisboa e um Goês de face bastante escura). Com a idade e desenvoltura que dança com uma bela negra muito ágil e bem-disposta

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