Reflexões_JBM_SetembroV_2022_O Modo de Funcionar da Geringonça Portuguesa e a ECONOMIA
J. Barreiros Martins Prof. Cat. Emérito Jubilado da Universidade do Minho
É Lei Fundamental da Economia que
o “ O Valor Monetário Total do que se
PRODUZ num ano chamado PRODUTO INTERNO BRUTO (PIB) que representa a soma de todos os bens e serviços finais
produzidos numa determinada região, durante um período determinado. O PIB é um
dos indicadores mais utilizados na macroeconomia com o objetivo de quantificar
a atividade económica de um País ou região tem de ser sempre maior ou igual gasta
nomeadamente nos Serviços Públicos.
Se o que se gasta nos Serviços Públicos é maior que
o PIB haverá um “Deficite Orçamental” e para o cobrir tem de aumentar-se a “Dívida
Pública”, pedindo o Estado aos grandes bancos nacionais e/ou estrangeiros.
O 1ºMinistro que tem Licenciatura
pela Faculdade de Direito da
Universidade Clássica de Lisboa, sabe bem disso.
O Presidente da República que também
tem Licenciatura em Direito pela mesma Faculdade, sabe bem disso.
Mas, o J do PCP e a Catarina do
BE não sabem nem querem saber disso: para ele e ela o que importa é aumentar o salário
dos “Trabalhadores”, aconteça o que acontecer. Doutro Modo, os “Trabalhadores” fazem
GREVE, isto é são empurradas pela SGTP-INTERSINDICAL comandada por um Agente do
PCP que por Lei do Governo, ganha, mas há mais de 30 anos não trabalha. Fazem GREVE,
isto é, não trabalham e, por isso as Empresas, tanto as Empresas Privadas como
as Empresas Públicas (Caminhos de Ferro, Transportes Colectivos de Lisboa,
Porto e outras cidades) o que leva a enormes prejuízos para as populações,
pois, muito querem trabalhar e não podem.
Mas, como as pessoas têm de comprar víveres,
pagar rendas de casa, etc., têm muita dificuldade em fazê-lo: nem os bancos lhes
emprestam dinheiro ou fazem-no com altos juros.
Tudo isso resulta num AFUNDAMENTO
da Economia e no desprestígio internacional
de Portugal. Atém num grande
aumento das doenças e até fome em Portugal.
Ao arrepio de tudo, por exº. o J
e a Catarina, por exº. os cobradores dos comboios tenham salário superior ao principesco
salário do Chefão da CP instalado principescamente em Lisboa no enorme Edifício
onde se situa a Gare do Oriente, estação da Linha do Norte.
Para melhor realizarem o
Afundamento da Economia do País como acima se disse,
o J. e a Catarina até chegaram a
exigir que Portugal deixasse o EURO e voltasse ao
ESCUDO e ao fabrico de notas
frescas pelas rotativas da Casa da Moeda em Lisboa. Só que a “malvada” ECONOMIA
também respondia com Inflacção Galopante nos preços dos produtos, nomeadamente
nos preços dos produtos alimentares. Além de
que quem precisasse de ir viajar
ou viver no estrangeiro teria de converter antes em Portugal muitos escudos em
poucos euros e/ou dólares.
Isso não foi avante devido à enorme Gritaria
que surgiu em jornais, emissoras e canais de TV.
Mas temos de concordar que o
1ºMinistro é um “malabarista de grande categoria:
Para conquistar os votos do J. e
os da Catarina, indispensáveis para se manter no
“Poleiro” faz promessas as mais
variadas de dinheiros que o J. e, sobretudo a Catarina poderão distribuir aos
seus sequazes. Aprovado o ORÇAMENTO GERAL DO ESTADO (OE), logo se verá. Até
pode dar para o 1ºMinistro ir à terra onde nasceu
(eu tenho fotos “secretas” dele a gatinhar em casa dos Pais: uma Senhora de Lisboa e um Goês de face bastante escura). Com a idade e desenvoltura que dança com uma bela negra muito ágil e bem-disposta

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