No período anárquico que antecedeu o
25 de Abril de 1974 e o posterior até 1980, o país foi assolado por acções
terroristas praticadas por grupelhos revolucionários, à boa maneira soviética.
Os sobreviventes desses grupelhos andam por aí a escrever nos jornais e a dar
entrevistas. Que se saiba, nenhum sobrevivente da ETA tem esse privilégio, mas
em Portugal a coisa funciona de outra maneira. Adiante.
Manuel Castelo-Branco escreveu no Observador um artigo sobre o PRP/BR, um dos grupelhos da extrema
esquerda, onde militou, por exemplo, uma certa Isabel do Carmo. E conta-nos a
história dos roubos de milhões ao erário público, das mortes e da destruição.
Juntamente a este ensaio
extenso, junta-se um quadro que resume as acções desta gente que nos anos
setenta arrebanhou uma soma superior a sete milhões de euros, cujo destino só
os intervenientes conhecem.
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