15 de Abril, 2022 | 15:30
A próxima edição deste jornal marcará
100 anos de existência da Diocese de Vila Real. Todo o distrito tem razões para
se associar a esta efeméride histórica. Maiores razões festivas têm todos
aqueles que por aqui passaram, como alunos, professores, funcionários,
fornecedores de bens essenciais. Mas, em termos de estruturas, de
alfabetização, de desenvolvimento e de progresso coletivo foi um salto
qualitativo para as 256 freguesias e para os concelhos.
O primeiro Bispo dessa nova diocese foi D. João Evangelista de Lida Vidal (1923-1933),
sucedendo-lhe D. António Valente da Fonseca (1933-1967), D. António Cardoso
Cunha (1967-1991), D. Joaquim Gonçalves (1991-2011) e D. Amândio José Tomás
(2011-2019), ainda vivo, cedendo-lhe o atual D. António de Oliveira Azevedo.
Entre 1964 -1966, ainda teve como bispo auxiliar D. António de Castro Xavier
Monteiro. Diga-se que este historial onde bebo estes elementos não refere. Mas
o Padre Dr. António Barroso de Oliveira Barroso, nos 50 anos do Seminário de
Vila Real, na foto da página 39, na legenda da foto diz-se:
D. João Evangelista de Lima Vidal: tratou-se como Arcebispo-Bispo de Vila
Real.
Não encontrámos em qualquer fonte a explicação para o não tratamento de
«arquidiocese» a Vila Real, uma vez que o seu primeiro bispo desempenhou o
bispado como titular dessa «arquidiocese», durante dez anos.
Seja como for, prometemos, enquanto ex-aluno, preservar na memória e na
tradição este prédio que deverá ser consagrado, instituição de «interesse
público». Assim foi reconhecido, na freguesia de Gralhas, o prédio onde, entre
1921 a 1923, funcionou o 1º seminário diocesano. Bom exemplo deu a Câmara de
Montalegre.



Sem comentários:
Enviar um comentário