O III Congresso Transmontano realizou-se
na cidade de Bragança, em 2002, sessenta e um (61) anos após o segundo, cuja
história é bem contada por Barroso da Fonte no livro recentemente
editado do Engº Jorge Nunes. Nele ficou consolidada a realização dos
Congressos Transmontanos de cinco em cinco anos. Ora isso não aconteceu, e por
essa razão a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, resolveu, com a “prata da
casa”, realizar o IV Congresso em 2018, ou seja, 16 anos após o III.
AQUI.
Já lá vão quatro anos! Onde está o 5º?
Por altura da realização do IV Congresso
a agremiação transmontana sedeada em Lisboa, agiu com toda a seriedade e
transparência. Só apareceu quem quis e só se juntou ao evento quem entendeu que
o devia fazer. Quem esteve presente, e como as coisas se passaram está tudo
descrito no livro de Jorge Nunes.
Lançado recentemente o livro “Congressos
Transmontanos – 1920 – 2020- Unir o Tempo do Passado, do Presente e do Futuro”,
com
a chancela de Lema d' Origem Editora Ldª, editora@lemadorigem.pt, com sede em
Carviçais, no qual se podem consultar as 40 páginas dedicadas ao IV Congresso
Transmontano aqui, a Direcção
da CTMAD de Lisboa entendeu agora fazer a publicação da sua acta conclusiva, acrescentando
elementos que entende importantes sobre esse evento.
E como vive das “esmolas”
dos associados e da gente Amiga, 30 sócios lançaram uma subscrição para pagarem
a publicação.
Ao tempo, cinco jornais da região (assim
como o boletim da agremiação) chamaram à primeira página a realização do evento. Foram estes.
Se os outros o não fizeram foi porque
não quiseram, porque receberam exactamente a mesma informação.
Sem comentários:
Enviar um comentário