quinta-feira, 28 de abril de 2022

A Rússia de Putin não quer a paz


         António Guterres com Volodymyr Zelensky em Kiev (hoje)


A 26 de Abril, O secretário geral da ONU, António Guterres, encontrou-se com Putin, em Moscovo.


Encontro em Moscovo a 26 de Abril

Encontro em Kiev a 28 de Abril

António Guterres foi dos primeiros a tomar uma posição forte contra a invasão da Rússia de Putin, em relação a um estado soberano, neste caso a Ucrânia. E trabalhou no silêncio a negociação de paz. O que essa meia dúzia de assessores andou para aí a dizer, assim como esse komentariado do costume, não se escreve. Nos anais da História contarão as diligências do Secretário Geral da ONU. O que essa gente disse não passará da espuma dos dias.



António Guterres encostou Putin (e o seu ministro dos NE) à parede. Mas além disso apenas trouxe a possibilidade de um corredor humanitário em Mariupol. Porque a Rússia de Putin não quer a paz. Quer a guerra, com o principal objectivo, para já, de destruir a Ucrânia. E a prova disso é que hoje, já com Guterres em Kiev, se ouviram duas explosões no centro da capital Ucraniana.



Joe Biden apresentou esta quinta-feira duas propostas no Congresso: uma para mais financiamento à Ucrânia e outra que pede novos poderes que permitiriam ao Presidente dos EUA agilizar e centralizar a aplicação de sanções contra a “cleptocracia“...


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Tintim traduzido para mirandês.

 

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