sexta-feira, 1 de outubro de 2021

O Povo português e as Forças Armadas não mereciam estes políticos

 

A polémica levantada em torno da substituição do chefe de Estado-Maior da Armada (CEMA), ficou, como é costume neste Portugalinho, “em águas de bacalhau”. O Presidente da República encerrou o caso, e o dr. Costa apanhando a boleia, nem pia sobre o assunto. Cravinho, então, até desvia a cara ao caso.

O povo, imbecilizado por uma classe política sem vergonha, assiste impávido à coisa.

O caso mereceria comentário profundo. Não o vamos fazer por várias razões que não são chamadas para aqui. Contudo, não deixaremos de dizer o seguinte: Este caso não é grave, é gravíssimo. E quem lançou esta polémica para a praça pública já deveria ter sido demitido (porque pelo seu próprio pé não o fará – prática corrente nos governos xuxas). E por essa razão o país continua, em todos os descritores, o pior da Europa. Não fosse a bazuca e já estaríamos em bancarrota.

Apenas como nota de rodapé, lembramos um caso. Nos anos 90, a então vice-primeira ministra, Mona Sahlin,  na Suécia, teve que renunciar quando descobriram que comprou uma barra de chocolate Toblerone e outros objetos pessoais com o cartão do governo.

E, já agora, por esses anos, um ministro português demitiu-se por ter contado uma anedota. Estamos longe desses tempos. Mas num país a sério, esta polémica provocaria a queda do governo.


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