sábado, 2 de outubro de 2021

Memorial do Seminarista (3) impresso

 

Acaba de sair o livro impresso Memorial do Seminarista (3). Coordenado por João Barroso da Fonte, teve a colaboração de Abel Moutinho, Alfredo Costa, António Dinis do Vale, António Mosca, Dias Baptista, Dias Vieira, Henrique Ferrador, Manuel Fernando de Sousa, Mário Rodrigues Mário Telmo e Serafim de Sousa.

Foi editado pela Editora Cidade Berço (Guimarães). Sita: Apartado 108 - 4801-910 - Guimarães.  Tel: 253 412319 / tele; 91 9632633. Email:barrosodafonte@gmail.com

Os antigos alunos do Seminário de Vila Real, que funcionou entre 1930 e 2005, estão ali retratados.  “Esta Instituição foi a primeira a abarcar os vários graus do ensino: primário, secundário e superior no distrito de Vila Real. Nos 75 anos de atividade passaram por aqui 3072 alunos, incluindo praticamente todos aqueles que vieram a ser professores nesse mesmo estabelecimento de ensino. Até aí a diocese de Vila Real estava na dependência de Braga que, em 1921 abriu, em Gralhas, concelho de Montalegre, um mini-seminário”.

Este forneceu esses primeiros docentes e também os alunos iniciais, que estavam na dependência de Braga. O edifício fora ofertado à diocese Bracarense pelo padre João Álvares de Moura, sobrinho de D. Joaquim da Boa Morte, que lhe legou a Biblioteca e tudo o mais que reforçou o estatuto de Casa do Conhecimento. Mas dois anos depois, Braga reclamou a propriedade e quer os alunos, quer os professores foram transferidos para Poiares da Régua. Nesse meio tempo o Convento de Santa Clara, em Vila Real, foi reestruturado para Escola de formação, desde os primeiros anos até ao fim das suas vidas.

Em 3/10/1986, onze antigos alunos celebraram, no Cartório Notarial de Vila Real, a escritura da AAASVR (Associação dos Antigos Alunos do Seminário de Vila Real). Mas somente em 2004 a publicação se fez no Diário da República, III série, nº 51 de 1 de Março desse ano. A 1ª eleição para o mandato de 3 anos (1997-2001) teve como presidente Saavedra da Costa. E, dali em diante, sempre se realizaram eleições, passando a considerar-se marco anual, para confraternização, o dia 18 de Maio de cada ano. Paralelamente os alunos da década de 1950/1960 passaram a criar outro convívio, mais restrito. E, já depois disso, criou-se uma terceira via de confraternização, a pretexto do S. Martinho” (Barroso da Fonte).

A pandemia prejudicou esses convívios que, em 25 de Setembro, retomaram a normalidade, em Castro Daire, pelo facto de o organizador do Encontro deste ano, José Henrique Ferrador, ali ter fixado residência.

 

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