Foi um dos mais ilustres mirandelenses e transmontanos do século XX (Cf. texto de Jorge Golias na colectânea da ALTM – Rostos de Terra, 2019). Contra a vontade da família ofereceu o seu espólio literário a Mirandela. A CMM em reconhecimento deu o seu nome à Biblioteca e erigiu-lhe uma estátua. A estátua cedo se degradou por razões que estão à vista de todos. Até a identificação lhe roubaram. Quem, de fora, seguir o site da CMM e for à procura da estátua vê um soldado desconhecido. Em Mirandela chamam-lhe o bilheteiro por parecer sê-lo. Estas três manilhas, que parecem de saneamento básico, são a mais desinspirada solução de estatuária. O aspecto das manilhas é miserável. Os cães mijam-lhe na base e os miúdos dão umas lambadas neste herói da República. Alguém já chamou a atenção da Senhora Presidente e do seu assessor e, ao mesmo tempo, sugerindo a colocação da estátua junto da Biblioteca em segurança, com visibilidade.
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