
Começa assim o escrito no PORTADALOJA. E a seguir
insere a entrevista ( saída na revista francesa Guerres & Histoire deste
mês) de um paraquedista português que
por lá (pela Guiné) andou com sentido patriótico, acrescentando: “O modo
como conta o que se passou é ilustrativo do desconhecimento que ainda grassa
por cá relativamente às nossas guerras de África, nomeadamente quanto à
carência de recursos, notória face ao que os americanos faziam no Vietnam, e ao
ambiente internacional em que estávamos fatalmente inseridos e que nos
condicionava.
Mesmo assim, este combatente mostra o que
era um verdadeiro patriota, muito diverso dos que se punham a salvo, cavando
para além-fronteiras por serem contra o "colonialismo".
Por cá muito dificilmente estas pessoas têm voz nos principais media e muito menos nas televisões, onde predominam o esquerdismo a que os balsemões deram a sua bênção a troco dos trinta dinheiros da praxe”.

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