Meus Excelentíssimos Senhores Generais,
Excelentíssimo Senhor Almirante Chefe da
Casa Militar de Sua Excelência o Senhor Presidente da República,
Meus Excelentíssimos Senhores Generais
Comandantes de Região Militar, BMI, Zona Militar dos Açores, Órgãos Superiores
do Exército e
Meus Coronéis Senhores
Comandantes/Directores/Chefes das UU/EE/OO durante os meus quase 40 anos de
Carreira Militar,
Excelências e
Excelsas Amizades e suas Digníssimas Famílias:
Ao encerrar, no final do DIA 10 DE
JUNHO, a difusão da minha reflexão sobre esta EFEMÉRIDE PORTUGUESA ajuizei ser meu dever
fazê-lo partilhando com quem devo aprendizagem e sã camaradagem de uma vida
militar de dedicação, a qual melhor início não teve porque os estudantes
«insubmissos» do Ensino Superior sofriam limitações de Cidadania (vigiados pela
PIDE/DGS no interior das Universidades, mesmo nas aulas), como foi o meu caso,
com uma «reparação militar» possível. Na carreira militar fui leal mas não
submisso à corrupção das Virtudes Militares, mesmo em missões de cariz
político, ou na vertente sensível da informação estratégica NATO,
em Portugal e no Estrangeiro, nem deixei de discordar, por escrito, de um
Comandante de uma Unidade que pintou de verde o vermelho dos sinais de trânsito
no interior do Quartel, pois mal vai a coesão das Forças Armadas retalhada por
ideologias, hoje cada vez mais mutantes, ou em cenários de Guerra Civil no
nosso século XIX, ou em PREC (evitou-se a guerra civil) no século
XX.
Saber cumprir missões com VERTICALIDADE, mesmo sofrendo ataques sem fundamento (até de militares) na Comunicação Social, não nos deve mudar de rumo porque a VERDADE (como o azeite à tona de água) deve ser RELIGIÃO do Ser Humano, palavra que quer dizer também saber RELIGAR.
Aprendi com um Ser Humano, de grande Humildade e Humanidade, a seguinte frase que jamais esqueci: SE NADA FIZERMOS À NOSSA GLÓRIA TUDO ACONTECERÀ COMO FOI POR NÓS SONHADO . Hoje ao ouvir o discurso na Ilha da Madeira (15 minutos, entre 11H29 e 11H44, ou seja, 1/4 da Cerimónia Militar exacta de 60 minutos, das 11H03 às 12H03) de Sua Excelência o Comandante Supremo das Forças Armadas, Senhor Presidente da República Portuguesa, disse mentalmente: o sonho dos seus desejos para Portugal só se cumprirão se Governantes e Governados, em todos os MISTERES, trabalharem NÃO À SUA GLÓRIA.
Foram e são estas as minhas raízes norteadas pela vontade de Verdade e Verticalidade (e as de tantos outros) que há poucos anos também permitiram à nossa Associação dos Antigos do Liceu D. João Castro evitar que um Grupo Hoteleiro «usurpasse» este nosso Baluarte, sito no Alto de Santo Amaro, em Lisboa, estando nele ainda a nossa Sede, a par com a Instrução Secundária de novas gerações, hoje dita Escola Secundária de Fonseca Benevides.
MONUMENTO NACIONAL DOS
COMBATENTES, junto ao FORTE DO BOM SUCESSO, em Belém.
Adiciono, em ANEXO, a biografia deste PORTUGUÊS que muito tem feito pela nossa PORTUGALIDADE ECUMÉNICA, sendo também escritor de obras sobre a Fundação de Portugal, com destaque para a figura de D. Afonso Henriques, nos anos mais recentes. Sem nada lhe dizer do que aqui agora escrevo, porque nunca se exaltou na sua vida de humilde entrega (arriscar-me-ia a uma negativa sua para este meu destaque) deixo a Vossas Excelências, Excelsos Destinatários, este exemplo Humano de uma LUSOFONIA ECUMÉNICA, já condecorado, em 1990, por Sua Excelência o Senhor Presidente da República do Brasil.
Hoje, com tantos VENTOS ADVERSOS de um
exacerbado, corrupto e ávido materialismo pensador, onde o Autoritarismo aumenta e
a Autoridade diminui, a Democracia se enferma, mas não morre, e a Censura
se agiganta, nas sofisticadas variantes de auto-censura e
das redes digitais que as Democracias Ocidentais já querem controlar,
como se fez, recentemente, por votação unânime (Lei 27/2021), na
Assembleia da República de Portugal, fica o plágio de uma frase de um
poeta Romano, Juvenal, o qual, como Luís Vaz de Camões, advertia que FRACOS
IMPERADORES FAZIAM FRACA A FORTE GENTE ROMANA.
César Augusto, o Primeiro Imperador de
excepção, deu ALFORRIA ao seu escravo Caio Júlio FEDRO, cujas Fábulas de Ética
e Moral, inspiradas no grego Esopo (620 a 564 a.C.), seriam relembradas (séc.XVII)
por Jean de La Fontaine, muito mais «suavizadas» para ele não ter o mesmo
destino de Fedro ou de Camões, sob o absolutismo reinante do Rei Luís XIV, onde
as suas masmorras limitavam o pensamento, como o fez a II República Portuguesa
pelo «braço armado» do Capitão Agostinho Lourenço (por paradoxo oriundo da
Franco-Maçonaria) fundador da PVDE/PIDE/DGS, do Aljube ao Tarrafal, da António
Maria Cardoso à Ilha do Ibo.
Lembremos, há 2000
anos, Décimo Júnio Juvenal, poeta de Roma (Sátiras, II, 63):
DAT
VENIAM CORVIS, VEXAT CENSURA COLUMBAS (a censura poupa os
corvos e persegue as pombas)
O COMBATE À "DESINFORMAÇÃO DIGITAL" NÃO SE FAZ POR
INQUISIÇÃO, LÁPIS AZUL OU POLÍCIAS POLÍTICAS, MAS SIM POR MAIOR VERDADE,
DEONTOLOGIA E HONRADEZ DOS TECIDOS POLÍTICOS, EMPRESARIAIS, BANCÁRIOS, FISCAIS
E FAMILIARES QUE DEVEM GRAVITAR À VOLTA DO SER HUMANO E, SOBRETUDO, PARA
QUE A HUMANIDADE TENHA MELHOR REDISTRIBUIÇÃO DE RIQUEZA E INSTRUÇÃO EXIGENTE
PARA AS NOVAS GERAÇÕES
PRENDERAM PADRE ANTÓNIO VIEIRA, ASSASSINARAM DAMIÃO DE GÓIS E DERAM CAMPA
RASA(sem nome) A LUÍS VAZ DE CAMÕES,
MAS TAMBÉM TEVE EXÍLIO FORÇADO O ROMANO FEDRO DAS FÁBULAS,
APÓS A MORTE DO IMPERADOR DA SUA ALFORRIA
Bem-Hajam Vossas Excelências e
Excelsas Amizades, se tudo se construir,
sem ressentimentos, não à nossa Glória, mas para melhor bem-estar Social
de Portugal e da Humanidade.
João Santos Fernandes
LEI 27/2021 atrás
citada, cuja filosofia não pode vir a motivar novos «informadores PIDE/DGS», que já parecem querer
«germinar» em Portugal, mesmo a nível político, como constatei, antanho, na
Comissão de Extinção da Ex-PIDE/DGS e LP (1976/78), possibilitando consumarem-se assassinatos
políticos, como grassam ainda hoje em países da cena internacional, ou, mais
ignóbil, havia portugueses denunciando membros das suas próprias famílias, por
vinganças diversas.
https://dre.pt/home/-/dre/163442504/details/maximized
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------difusão final--------------
Excelentíssimas Altas Entidades de
Órgãos de Soberania, Representantes Diplomáticos e Organizações Não
Governamentais,
Excelentíssimos Altos Dignitários de
Credos-de Fé, Universidades, Representações Humanitárias e Órgãos de
Comunicação Social,
Excelentíssimas Amizades Institucionais,
Filantrópicas, Familiares e Pessoais:
EXCELÊNCIAS:
No próximo dia 10 de Junho, Feriado
Nacional em Portugal, passa mais uma efeméride do
DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES E DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS
A difusão deste e-mail tem início no DIA MUNDIAL DA CRIANÇA, não só por razões das limitações diárias de expedição de e-mails impostas pela GOOGLE, mas porque é um prestar de HOMENAGEM às CRIANÇAS PORTUGUESAS e às CRIANÇAS DE TODOS OS POVOS que se cruzaram e cruzam com a diáspora de PORTUGAL em todos os CONTINENTES, das mais felizes às que mais sofrem infortúnios, escravaturas e mortes, por migrações forçadas, doenças, fome e massacres, tantas vezes dizimadas com os seus familiares, numa VERDADEIRA MATANÇA DE INOCENTES, em inexplicável barbárie civilizacional.
Com a ESPERANÇA de que todos os GOVERNOS MUNDIAIS dediquem mais atenção às GERAÇÕES VINDOURAS, pois hoje assiste-se ao declínio da supremacia da INSTITUIÇÃO sobre o SER HUMANO, tornando-se dinâmica a INTERDEPENDÊNCIA entre as PARTES EM PROL DO TODO SOCIAL.
Bem-hajam Vossas Excelências se usarem a
TECNOCIÊNCIA, a FÍSICA QUÂNTICA e as NANOMÁQUINAS para termos melhor
HUMANIDADE, pois como expresso no meu ANEXO há demasiadas ENFERMIDADES SOCIAIS.
Urge repensar e/ou readaptar as tradicionais doutrinas sócio-filosóficas dos séculos
XIX e XX,
que ainda tipificam as siglas nominais de alguns PARTIDOS POLÍTICOS, onde a
Ética e a Moral melhor se adaptem a novas DEONTOLOGIAS
INDIVIDUAIS e ECUMÉNICAS, sob pena de se engrossarem populismos partidários
com SIGLAS mais apelativas ao descontentamento dos POVOS.
Urge reposicionar o SER HUMANO material e imaterial, no seu bem-estar social, entre a NEUROCIÊNCIA e a futura (mas já iniciada) INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL.
João Santos Fernandes
Tribos ancestrais:



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