Pacheco Pereira resolveu hoje
publicar no Público (actualmente a toca da extrema esquerda), um panfleto
contra o Estado Novo e contra o Doutor Salazar, autor de “O
Ágio do Ouro”. AQUI. Com a
pretensão de atacar a intervenção de Nuno Palma no colóquio do MEL. Ora o dr.
Pacheco Pereira não diz uma palavra sobre as verdades que ali foram proferidas
(uma velha táctica estalinista que ele bem conhece), “tapando o sol com a
peneira” com algumas meias verdades sobre Oliveira Salazar e o regime do Estado
Novo. O que ele disse sobre isto não é novidade para ninguém. O que ele não diz
é que é. Alguma vez esse profeta da desgraça do governo de Passos Coelho (o
único momento que se viveu em liberdade pura desde 2005), escreveu sobre a
corrupção no Estado Novo (que existiu, sobretudo na África Portuguesa)? Nunca.
Nem ele nem praticamente nenhum historiador. Porquê? Porque em termos de
comparação com a que existe hoje (em “democracia”) é residual! E quando Pacheco
Pereira e outros que pertencem á corja assumem Salazar como ditador,
esquecem-se que a tal ditadura não foi criada por Salazar mas pelos militares.Porque razão o historiador Pacheco Pereira (e os outros da mesma linha), nunca fazem o que um historiador sério faz: comparar um regime com o que lhe antecedeu? Neste caso comparar o regime do Estado Novo com o da I Républica? Ora foi exactamente isso que fez Nuno Palma no colóquio do MEL!
É curioso como este Komentador (e todos os outros) nunca referiu nas suas análises que Salazar proibiu a legalização do movimento tipo fascista de Rolão Preto!
Estávamos para escrever coisa mais longa sobre o assunto, mas o PORTADALOJA adiantou-se. Leiam AQUI.
Uma nota
Porque razão Pacheco Pereira não escreveu ainda uma linha sobre a lei FASCISTA de oito de Maio aprovada pela "democrática" Assembleia da Republica, em que não houve um único deputado que votasse contra?
Lei ignóbil sem memória, a que nem o Estado Novo se atreveu!

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