quinta-feira, 20 de maio de 2021

Restaurante KHAYYAM

 

Virgílio  Gomes
Com o prazer de voltar aos restaurantes eis uma novidade lisboeta:

Restaurante KHAYYAM



Restaurante KHAYYAM

“O Restaurante Khayyam é um oásis no centro da cidade, uma fusão da cozinha saborosa e perfumada com jardim persa. Das ervas aromáticas à famosa hospitalidade iraniana, o Khayyam oferece uma viagem gastronómica pelo melhor da mesa do Irão.”

(texto do site do restaurante Khayyam)

Por uma feliz coincidência fui almoçar a este restaurante. Pós confinamento, e com a abertura de restaurantes, fiz primeiro a ronda dos estabelecimentos com os quais mantive contacto, e agora já comecei com as descobertas. Foi uma amiga minha que sugeriu o encontro ao almoço neste restaurante que se revelou uma surpresa agradável. Quando soube o nome fiquei com uma ideia de que a sua denominação me lembrava algo. É verdade, o nome do restaurante é uma homenagem ao grande poeta Omar Khayyam (1048-1131), nascido na Pérsia e que ficou também muito célebre pela publicação de um Tratado de Álgebra em 1074. O meu fascínio vem da leitura do livro Rubaiyat - odes ao vinho, com a edição que verão a capa no final desta crónica, edição de 1990. A sua tradução foi realizada por Edward Fitzgerald só em 1839. Depois seguiram-se traduções em várias línguas. O termo “Rubaiyat” tem vindo a ser traduzido em português como quadras ou quartetos e, depois da edição aqui apresentada, foi feita pelo menos mais uma edição neste século. Para além da poesia dedicou-se, também à astronomia, à matemática e à filosofia.

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