sexta-feira, 14 de maio de 2021

Onde vai um, vão todos


Com raras execepções, como António José Seguro, nenhum socialista dos que detiveram as rédeas do poder entre 2005 e 2011, denunciou ou se afastou do chefe. Nem António Costa, nem nenhum dos outros. Pelo contrário, nas eleições de 2011, Costa, Medina e tantos outros, não se privaram em comícios e declarações de dizer maravilhas do seu chefe, Sócrates. E fizeram empenhada campanha para que o seu amado chefe, o repositório de tantas maravilhas (e da bancarrota) fosse reeleito, como já tinha sido, com a ajuda dos mesmos, em 2009.

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