Francisca
Van Dunem, actual Ministra da Justiça, nasceu no dia 5 de Novembro de 1955. Faz
parte do clã angolano Van Dunem, que teve como principal mentor, José Eduardo
Van Dunem dos Santos, Presidente de Angola durante quase 40 anos.
Integraram
o movimento comunista MPLA que combateu os portugueses durante 13 anos. Após a
independência de Angola passaram todos ao ataque a tudo o que era português.
Foram
e são a família mais abastada, estrelada e corrupta de Angola, que se
reservaram ao direito de saltar sobre o ferido de morte e agonizante Portugal,
o velho colonizador, e onde foram recebidos com distinções, mordomias e
honrarias.
No
virar de página da história do 25 de Abril, surgiu uma jovem militante do
movimento comunista MPLA de nome Francisca Van Dunem, que foi uma perseguidora
implacável dos angolanos brancos descendentes de Portugueses, expulsando-os
pelo terror e violência.
Os
Van Dunem dividiram-se entre diversos movimentos. Nas lutas de capoeira que se
seguiram entre as diversas famílias dominantes, alguns Van Dunem foram
massacrados em 27 de Maio de 1977 de trágica lembrança, numa tentativa de golpe
de Estado conduzido por Nito Alves.
Foram
mortas pelas milícias do MPLA, auxiliadas pelos militares comunistas cubanos,
cerca de 30.000 pessoas, na chamada “purga cubana”. Neste genocídio foi assassinado o irmão de
Francisca, José Van Dunem e sua mulher Silta Vallas, cujos corpos nunca foram
encontrados.
Francisca
Van Dunem teve de fugir. Refugiou-se em Portugal junto daqueles que anos antes
perseguia, matava e vitimava.
Os
ares políticos de Lisboa, dominados pelas esquerdas comunistas e socialistas,
eram favoráveis à protecção, apoio e honras a todos que contribuíssem para a
desgraça deste país, elegendo-se bandidos em heróis, assaltantes e ladrões em
gente séria, numa promiscuidade abandalhada que se prolonga há cerca de 46
anos, situação em que continuamos a ser vitimas.
A
Francisca, a famosa guerrilheira negra dos anos 70 que apelava à morte dos
portugueses, foi feita Ministra da Justiça neste Portugal sem memória, sem
honra e sem vergonha conduzido por quadrilheiros da pior escumalha política que
será possível imaginar.
...
Leia ainda:
https://expresso.pt/internacional/2017-01-08-Terra-queimada
Enviado por colaborador deste blogue


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