Quando em Março/Abril passados o país se defrontou com a pandemia, sendo obrigado a encerrar tudo (como o fizeram todos os países), um governo decente (e outros poderes) teria antecipado o que aí vem (ou já cá está), com todas as dificuldades que advêm de uma situação imprevisível. Se o tivesse feito, teria os portugueses todos do seu lado, como os teve no primeiro confinamento. Mas não. O dr. Costa e acólitos prepararam o circo da propaganda, por questões económicas e ideológicas.
No Verão aconselharam a praia, abrindo o país ao Deus dará. Pelo caminho, nota-se agora, foram aldrabando os números, e como era preciso não fazer ruído para as presidenciais, abriram as escolas sorrateiramente, com o conluio de organizações sindicais e outras, como se estivéssemos num ano normal: Com os mesmos alunos por turma, com o mesmo número de professores, com o mesmo número de funcionários, com os mesmos programas, com os mesmos horários, com (quase) as mesmas reuniões, com a mesma indisciplina, e por aí adiante. À Portuguesa, como soi dizer-se. Com a propaganda da vacina, uma coisa que ainda não existe na realidade!
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| 1071 escolas infectadas Lista atualizada às 17 horas de 18 de dezembro com 1071 escolas/AE |
E, para cúmulo, mantiveram até hoje, o
secretismo sobre as escolas infectadas de Covid 19. Ao que já se sabe, o Ministério do doutor Brandão, foi intimado a
revelar a lista de Covid -19 nas escolas e as medidas accionadas por cada Agrupamento,
por sentença do Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa a 22 de Dezembro.
Mas o doutor Brandão e o seu secretário de estado adjunto, ainda o não fizeram.
Porquê? Para manterem a aldrabice governamental do dr. Costa. Ou seja, o circo
…
A OMS vem avisando
desde o Verão, os médicos também. Mas o dr. Costa e a camarilha preferem atirar
as culpas para quem as não tem, manipulando as pessoas com um discurso de
propaganda, atirando culpas, por exemplo, a verdades ditas por um ou outro
especialista que, pessoalmente, pode convergir noutro tipo de pensamento.
Como agora está
perante um problema – que podia ter previsto – continua a bombardear as massas
com aldrabices, dando ordem aos acólitos para as colocarem na imprensa. Temos
então a Secretária de Estado, Inês Ramires, a propagandear o que é falso: As
escolas estão a dar a “resposta necessária”. E o Secretário de Estado adjunto,
João Costa, a insistir no mesmo: É preciso “prevenir outra pandemia”, o efeito
nocivo do ensino à distância, “que é sempre um remendo”.
Remendo é o que esta
gente sempre faz, correndo atrás do prejuízo. O ensino á distância não é um
remendo, é uma contingência. E uma boa contigência porque, felizmente hoje
existe tecnologia para se ensinar deste modo com qualidade, com a qualidade que
hoje não têm as aulas presenciais!
Tudo o que essa gente
diz, é conversa fiada. Hoje, os miúdos, apesar de tudo, podem continuar a
estudar e a contactar o seu professor todos os dias, a toda a hora, a todo o
segundo (assim o queiram os governos, criando as condições necessárias), na
Segunda Guerra Mundial, as escolas fecharam durante anos! Só num caso ou
noutro, havia uma aula quando calhava!
O problema desta gente
não é a qualidade nem a defesa da saúde pública, é a ideologia, não sabendo
como responder aos pais! E tudo isto se resume ao que está neste livro, aqui ao
lado!





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