sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

A idiotice não tem limites.

 Há mais de 15 dias que a Inglaterra fechou as escolas. A Inglaterra e os países europeus, à excepção da Itália (e Portugal até Sexta última – 22). O neto de Amigo nosso com cinco anos está em casa acompanhado pela mãe. E porque razão não sucede o mesmo em Portugal? Por uma razão simples: em Inglaterra os pais são responsáveis pelos filhos. Em Portugal quem é responsável pelos filhos é (escabrosamente) o Estado! Uma mentalidade que vem sendo criada há 45 anos! Ou seja, em Inglaterra os filhos pertencem aos pais, em Portugal, pertencem ao Estado! E de onde vem isto? Das teorias soviéticas da Revolução de 1917, que foram transportadas para a China de Mao e todos os países comunistas. Em Portugal com esta mania da “esquerda” pegaram na coisa e levaram-na a peito. Foi por essa razão que em 2005 transformaram as escolas em armazéns e depósitos de crianças, os professores e funcionários em empregados para tomarem conta do produto (ultrajando as suas funções naturais) e os pais em trabalhadores escravos (na maioria dos casos).

Abordado o sumo, vamos à grainha. Num país decente, este governo nepotista há muito que tinha sido pressionado a demitir-se. Para o País foi o pior que poderia ter acontecido numa situação destas: ser “governado” por esta gente!

As escolas nunca deviam ter aberto nas condições que abriram em Setembro. Mas abriram sorrateiramente com o conluio das seitas e da imprensa. Sujeitos à prepotência fascista de Costa e acólitos, funcionários e professores foram obrigados a apresentar-se ao serviço. Com o mesmo número de alunos por turma (30), com os mesmos horários, com os mesmos conteúdos, em condições escabrosas de trabalho triplicado, sujeitos a um cansaço duplicado com a utilização de máscaras num contexto anormal.

Lista atualizada às
17 horasde 18
 de dezembro
 com 1071 escolas/AE

O número de alunos e de turmas em quarentena (sempre aldrabado pela tutela) é hoje mais ou menos conhecido, com os dados avançados por certas associações sindicais. Em Lisboa existiam cerca de 39 mil alunos em quarentena, em Viseu o município foi obrigado a encerrar 100 turmas, em Campo Maior, 22, em Mafra e em Ponte da Barca a mesma coisa, e aquilo que se virá a conhecer nestes próximos 15 dias.

Entretanto, o dr. Costa, o seu ministro de educação, acólitos e hipócritas, que resumem a coisa a 60 surtos,  ainda não apresentaram a lista de Covid 19 nas escolas, e as medidas accionadas por cada Agrupamento, a que foram obrigados por sentença do Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa a 22 de Dezembro !...

As asneiras que esta gente fez na condução pandémica (embora alertada pelos especialistas desde julho passado) não pode ficar impune. Desde logo pelas medidas accionadas pelos Agrupamentos, próprias de país latino [ https://www.youtube.com/watch?v=WwkpVAW3kVc].

A senhora Temido que desempenha as funções de ministra da saúde, foi sempre uma arma de propaganda. As escolas para esta senhora não eram locais de perigo para os alunos, dizia. E para os professores, uma classe envelhecida (à custa da ROUBALHEIRA SOCRÀTICA) e funcionários? Está agora provado que estas novas variantes são, de facto, um grande perigo para os alunos! E se o são para os alunos, pior o são para professores e funcionários.

Esta gente não aprendeu nada com a primeira vaga (porque não sabe nada de História). Sabem como foi controlada a peste Antonina (168-189 d.C.)? Não sabem? Estudem …Os especialistas sabem. Se não querem estudar, perguntem-lhes.

Mais, ninguém culto percebe o dramatismo do dr. Costa e do seu ministro da educação (e acólitos) sobre os danos no processo de desenvolvimento e das aprendizagens das crianças se o ensino não for presencial! E, sobretudo, das desigualdades! Os miúdos carenciados estão sinalizados, e se não estão deviam estar. Se estão, é fácil incluí-los. Se não se incluem é porque quem está nos cargos não devia estar.

É óbvio que qualquer tipo decente sabe muito bem que o ensino presencial é outra coisa nessa conversa fiada das aprendizagens. Mas não é demais perguntar a esses propagandistas se tiveram isso em conta numa situação normal, antes da pandemia? Claro que nunca tiveram, porque para isso que dizem, para essa lengalenga, o essencial é a disciplina! Alguma vez se preocuparam com isso? Nunca. Nem antes, nem depois. A primeira normativa que deveriam enviar para as escolas neste caso era disciplinar os alunos. Não o fizeram nem o farão. Portanto, deixem-se de aldrabices e façam o que têm que fazer.

Uma coisa é certa (apesar de os acólitos já estarem a agir em artigos de opinião e no komentariado), preparem o ensino á distância porque a coisa não está para brincadeiras. E daqui a 15 dias não irá haver abertura das escolas de forma sorrateira e prepotente, para bem de todos, sobretudo dos alunos!

É bem pior, em termos sociais, fechar restaurantes (que seguem as regras), supermercados e por aí adiante, do que fechar as escolas com ensino á distância. Fechar as escolas dois ou três meses, ou mais, não representa nada em termos de geração. Estes idiotas que nada sabem de História, se fossem sérios e dignos dos cargos que representam saberiam que na Segunda Guerra Mundial, as crianças polacas estiveram cerca de seis anos sem aulas, e não foi por isso que não deixaram de ser o que são. Em termos de desenvolvimento superam os portugueses em quilómetros. E, se tivessem alguma memória, saberiam o que se passou em Portugal durante os seis anos que se seguiram ao 25 de Abril. Houve alunos que estiveram anos sem aulas a determinadas disciplinas, e noutras foram os seus colegas que lhe as deram. Mas sobre isto ficamos por aqui.

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