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| Michael Hagedorn |
45 anos depois, vai haver de novo tropas portuguesas em Cabo Delgado?
Portugal e a UE fariam melhor se encarassem a situação em toda a sua
complexidade, em vez de apoiarem exclusiva e incondicionalmente o Governo da
Frelimo e a sua estreita visão militar para a solução do conflito em Cabo
Delgado.
1 de Dezembro de 2020
Na última
quarta-feira, o ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, afirmou que Portugal
poderá enviar militares para ajudar Moçambique a combater o
terrorismo no Norte do país. Também o ex-presidente Ramalho Eanes
declarou: “Havia uma resposta fácil desde que houvesse força e iniciativa e uma
acção de mobilização da Europa e das Nações Unidas, e é muito fácil, havendo
forças especializadas e drones, resolver a situação.”
Desde há duas semanas,
o tom e o número de vozes que alertam para a necessidade urgente de Portugal apoiar Moçambique na luta contra o terrorismo em
Cabo Delgado vêm aumentando. O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, deputados de
vários partidos e comentadores anunciam cada vez mais alto essa urgência.



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