Como é normal num país corrupto como Portugal, a voz dá-se aos do costume. Partidos como o Chega são censurados em tudo o que é “comunicação social” e homens como André Ventura são classificados como agentes de Satanás! O que se tem passado, em termos de aldrabice governamental na Nação, nestes últimos quatro meses, levou-nos a inteirar sobre aquilo que esse político pensa sobre o futuro do país. Aqui vai:
André Ventura, defende “uma profundíssima revisão
constitucional nas áreas da justiça, da economia e do sistema político”, diz
ser “o principal continuador em Portugal” do fundador do PPD/PSD, Sá Carneiro,
com “a inspiração dos valores civilizacionais cristãos” de homens como o papa
João Paulo II.
“Combater a imigração ilegal descontrolada, em Portugal e no
contexto da União Europeia, a progressiva islamização” das “grandes cidades”,
“o marxismo cultural” e “a ideologia de género” são “bandeiras” de Ventura,
assim como “denunciar os vícios do sistema, apontar o dedo à hipocrisia
nacional em matéria de racismo e xenofobia” e “lutar incansavelmente contra os
privilégios dos políticos”.
No parlamento quer ainda “denunciar os privilégios de
minorias que continuam a viver fora ou na margem do Estado de direito, sem
cumprir os deveres mais básicos e permanentemente a reclamar por mais
direitos”.
Para o líder do Chega a situação de Portugal é de “caos
político: um Governo minoritário incapaz de lidar com gigantesca crise
sanitária, económica e social, um Presidente da República completamente inativo
e cúmplice do Governo, um parlamento vergado aos interesses do centrão
partidário ou da extrema-esquerda, refém do PS, um centro-direita e direita
completamente inexistentes e um CDS a desaparecer progressivamente”.
Ora se isto é congeminar com Satanás, o que diremos daqueles que defendem à boca cheia regimes como os da Venezuela ou da Coreia do Norte (alicerçados na corrente marxista, leninista e estalinista). Ou daqueles que pactuam com esta gente!

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