
Ressalvando o gel, as máscaras e mais uma ou outra pantominice, as escolas abriram no meio de uma aldrabice pegada. Abriram como terminaram a 10 de Março passado! Com os mesmos professores (ainda menos que em Março), com os mesmos funcionários (ainda menos que em Março) e, sobretudo, com os mesmos horários e o mesmo número de turmas (com 30 alunos por turma!).

Que os directores e as suas direcções tenham aceite abrir nessas condições (apesar do honroso trabalho que fizeram, dadas as circunstâncias), admite-se, porque têm a obrigação moral, ética e, sobretudo administrativa, perante as orientações da tutela. Que os sindicatos, os representantes das associações de directores de escola e de pais se tenham calado perante esta aldrabice, é que é suspeito!
A tragédia está aí. Não a querem ver como não quiseram ver a roubalheira que levou à BANCARROTA de 2011. Quando esta se tornar incontrolável, restará ao país assumi-la, mas também não deixar impunes os culpados…
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