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| JORGE LAGE |
A História começa em 2006 quando o Fernando Marques me pede para
observar um castanheiro nos Vales e lá parto eu à descoberta. Fiquei apaixonado
por ele. Classificá-lo impunha-se, mas o proprietário não estava interessado. A
paixão fala mais alto o Fernando Marques compra a propriedade onde está o
«Gigante Vegetal». Compra feita, telefona-me: - Senhor Doutor, o castanheiro já
é meu.
Já o podemos classificar. Foi classificado em 2008 e em 2020 foi eleita
a «Árvore do Ano em Portugal». É quase certo que não vai vencer o prémio de
«Árvore do Ano da Europa», apesar de eu ter trabalhado durante dias para o
conseguir.
A memória do Castanheiro de Vales merecia outra resposta nossa, até o Presidente Marcelo parece não se entusiasmar. Mas nada será como dantes neste país dendricida. Um povo que não ama as suas árvores generosas é um povo inculto. Vamos voltar ao tema num próximo número.
Já o podemos classificar. Foi classificado em 2008 e em 2020 foi eleita
a «Árvore do Ano em Portugal». É quase certo que não vai vencer o prémio de
«Árvore do Ano da Europa», apesar de eu ter trabalhado durante dias para o
conseguir. A memória do Castanheiro de Vales merecia outra resposta nossa, até o Presidente Marcelo parece não se entusiasmar. Mas nada será como dantes neste país dendricida. Um povo que não ama as suas árvores generosas é um povo inculto. Vamos voltar ao tema num próximo número.

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