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Diplomaticamente
(in)correcto? Preferi esta ambiguidade no título para deixar o leitor na
incerteza. Todavia faço questão em salientar que jamais me orientei pela
duplicidade das palavras e dos actos. Winston Churchill, reiterando Talleyrand,
dizia que "o diplomata é uma pessoa que pensa duas vezes e finalmente não
diz nada". Eu acabei sempre por falar e, como bem sabemos, a franqueza,
via de regra, não paga dividendos, sobretudo nesta profissão. Orientei a minha
vida, procurando sempre pautar-me pela correcção, porém, se fui
diplomaticamente icorrecto, assumo e não me arrependo.


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