A Associação Grã Ordem Afonsina – Vida e Obra do Rei Fundador completa o
seu primeiro aniversário no dia 13 de Fevereiro de 2020, com uma sessão
cultural cujo programa vai em cartaz anexo.


Podem participar nesse ato festivo todas as pessoas que gostem de conhecer
esta Associação cívica e as causas estatutárias que ditaram a sua fundação e
existência.
Essas causas são fundamentais para retomar a “garra” que durante muitos
anos foi consensual entre todas as forças políticas no sentido de oficializar o
24 de Junho como «Primeira Tarde Portuguesa», na feliz trilogia do Prof. José
Mattoso.
Mais recentemente emergiu um movimento cívico com o pretexto de fixar o dia
25 de Julho como data de nascimento do Rei Fundador. O ano do nascimento de D.
Afonso Henriques (1009 ou 1111?) deixou de ser pomo de divergência, porque não
altera o dia (25) nem o mês (Julho).
Quanto ao local do seu nascimento, assiste a Guimarães a plenitude de ser
conhecida como «Cidade Berço», uma vez que também a tradição a consagrou como
«Berço da Nacionalidade Portuguesa». Se em 900 anos ninguém, absolutamente
ninguém, descortinou qualquer alternativa científica e se Afonso Henriques foi
baptizado na Capela de S. Miguel do Castelo, terão que ser os discordantes a
provar aquilo que, à falta de provas reais, prevalece, como critério de verdade
a tradição.
Neste primeiro ano de existência a GRÃ ORDEM AFONSINA procurou
estruturar-se e consolidar os alicerces para a concretização dos seus
objectivos, com vista ao reconhecimento de Guimarães como berço de D. Afonso
Henriques, berço de Portugal e, consequentemente, também «berço da Lusofonia»,
em conformidade com o pensamento de Fernando Pessoa, quando proclamou que «a
nossa Pátria é a Língua Portuguesa». Se Portugal teve o Berço em Guimarães,
obviamente, aqui deverá ser o Berçário da Lusofonia.
De tudo isto se falará na sessão da próxima quinta-feira, no auditório do
Antigo Hospital de Guimarães, junto ao Castelo, a partir das 18 horas.
Agradecemos a participação e difusão desta mensagem do primeiro
aniversário.
Pel ' A Direção
João Barroso da Fonte


Os meus parabéns pelo trabalho desenvolvido e a todos os que apoiam e se colocam ao lado da verdade histórica: a tradição.
ResponderEliminarSe houver documentos históricos que provem o contrário apresentem-nos. Em cerca de 900 anos ninguém os viu.
Os meus parabéns pelo trabalho desenvolvido e a todos os que apoiam e se colocam ao lado da verdade histórica: a tradição.
ResponderEliminarSe houver documentos históricos que provem o contrário apresentem-nos. Em cerca de 900 anos ninguém os viu.