Um dos seus
personagens, um activista convicto, a dado passo diz: “escorraçámo-los como
a um bando de gansos”.
Mas noutra passagem a
barbárie humilha; vai ao limite da dignidade humana: “… eles … filhos da
puta”.
E gritam-lhes: “Bebedores
de sangue”! … não podemos sentar-nos à mesa desses parasitas, o filho do Kulak
é asqueroso, a sua filha é pior que um piolho. Eles consideram esses camponeses
como gado, como porcos. Tudo o que se relaciona com os kulaks é repugnante:
primeiro a sua pessoa, depois o facto de não terem alma … Depois, eles fedem …
Quando os tivermos exterminado, começará uma era feliz para o campesinato”.

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