O tom do Público
oscilou entre as considerações esparsas de Vasco Pulido Valente, a tolerância
tipicamente estalinista de Pacheco Pereira
e um artigo politicamente correcto de Poiares Maduro.
Relativamente a
Pacheco Pereira, o articulista João Miguel Tavares definiu a peça:
Num artigo
particularmente nocivo para a tolerância, os novos inquisidores, no fundo a
equipa ideológica do Público- Álvaro Vasconcelos, Ana Benavente, Ana Drago,
Irene Pimentel, João Teixeira Lopes, João Sebastião e Pedro Bacelar de
Vasconcelos- subscrevem a intolerância para o escrito daquela Fátima Bonifácio,
ao mesmo tempo que o assimilam ao fascismo de sempre e à supremacia branca do
costume.
É a esquerda no
seu elemento que Vasco Pulido Valente definiu assim: o antifascismo típico do
estalinismo, sempre pronto a entrar de rompante na cabeça desses totalitários.
No CM, só João
Pereira Coutinho apresenta argumento, quase politicamente correcto, também:
E no Sol, uma
tentativa de suportar o fardo do homem branco que a esquerda agora tomou a seu
cargo:
Hoje, no Público,
o artiguelho habitual de MEC é racista do mesmo modo que o da Fátima Bonifácio.
Mas ninguém lhe vai pegar porque MEC pertence à brigada "brand" do
momento, a do fardo da esquerda branca.




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