sexta-feira, 28 de junho de 2019

Dom Ximenes Belo e Adriano Moreira estiveram na Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa

Dom Ximenes Belo com Hirondino Isaías
 (presidente da direcção da agremiação) na sede da
 Casa de Trás-os-Montes
 e Alto Douro de Lisboa
Dom Ximenes Belo

Ontem aconteceu na Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa, um acontecimento cultural memorável – a apresentação pública do livro “Missionários Transmontanos em Timor -leste”, da chancela Exoterra (António Neto), com o apoio da Confraria do Pote e da Amizade e patrocinado monetariamente pela Câmara Municipal de Freixo de Espada à Cinta, com o empenho incondicional da sua presidente Maria do Céu Quintas, cuja receita reverte na totalidade para a reconstrução da Escola Secundária Dom Carlos Filipe Ximenes Belo, em Baucau. 
A apresentação do volume esteve a cargo do Professor Adriano Moreira, natural do concelho de Macedo de Cavaleiros e, desde que o conhecemos pessoalmente (já lá vão umas três décadas), nunca disse que não aos Transmontanos!


Dom Ximenes Belo, Dr. Hirondino Isaías, Professor Adriano Moreira e Dr. Carlos Borges, representante da Confraria do Pote e da Amizade
 Além do abraço fraterno ao professor Adriano Moreira, tivemos hoje, o prazer redobrado, a honra e o privilégio de conhecer pessoalmente o Bispo de Timor, Dom Carlos Filipe Ximenes Belo, Prémio Nobel da Paz, a quem cumprimentámos efusivamente, como no entrelaço geométrico de duas comunidades comuns surgidas do mesmo ventre materno.
As intervenções de Adriano Moreira e do Bispo de Timor, são indelevelmente dois testemunhos históricos que ficarão guardados nos arquivos da agremiação, a serem publicadas no jornal da mesma.
A sala esteve a abarrotar, metade eram Transmontanos e a outra metade Timorenses. Foi um momento muito belo, ainda com a presença do Núncio Apostólico.
Dom Ximenes Belo vai ser sócio honorário da agremiação transmontana. foram os "zunzuns" que ontem nos chegaram.
Posto isto, vamos à questão lusitana. Embora esta direcção da agremiação, em eventos desta dimensão, tenha sempre o cuidado de convidar a imprensa, não houve um único jornalista presente (na dúvida, apontamos para que estivesse lá uma jornalista).
Se fosse uma notícia sobre um gato que comeu um rato, divulgada por certas raparigas de certa seita, estaria lá toda a imprensa da capital, e ao acontecimento se juntaria um certo grupúsculo que verborreia sobre animais e isto e aquilo.
Como foi um evento com esta dimensão cultural, com a presença de um Homem como Adriano Moreira, e com a presença de um Prémio Nobel da Paz (Dom Ximenes Belo), esta imprensa lusitana, boçal e imbecil, amarrada com jugo às questões ideológicas e de dinheiro contado, evita um prémio Nobel (da Paz) e um Homem como Adriano Moreira para andarem a defender as camaradas e “os camarados”!
Ressalvando as excepções, esta é a verdadeira imagem
da imprensa (nacional) portuguesa!



Se os Transmontanos de rija têmpera, passarem esta mensagem nas redes sociais, dá-se a lição definitiva a essa imprensa medíocre, com jugo e palas!

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