terça-feira, 4 de setembro de 2018

O socialismo, a inveja e a miséria


Ao género humano, o socialismo, tal como o conhecemos, ofereceu apenas duas coisas: miséria e inveja.
No caso português poderíamos argumentar esta questão nas diversas áreas da actividade humana, começando pelo Sistema Educativo. Mas não o vamos fazer por ora. O exemplo que, neste momento mais arrepia, é o caso dos incêndios, sobretudo o de Pedrogão Grande.
Já é do conhecimento público que o governo socialista ficou com metade do dinheiro enviado por Bruxelas para colmatar as perdas dos incêndios. Como é também do conhecimento público que o dinheiro recolhido aos cidadãos para ajudar a população de Pedrogão, aquela que realmente sofreu a tragédia, está a ser distribuído por uma rede de corrupção. Por essa razão, a conta solidária instituída pela autarquia de Monchique está sem adesão popular. Um aviso à navegação!
O país está envolto, desde 2005 (ressalve-se o período em que por cá andou a Troika), numa rede corrupta de difícil solução (veja-se a questão da CP, que precisa de mais de mil milhões para pagar dividas!). Por essa razão, todos os estudos sérios indicam que, dentro de meia dúzia de anos (quanto muito uma dezena), Portugal será o terceiro país mais pobre da Europa, porque mesmo os países de Leste nos ultrapassarão à grande. Mas os responsáveis pela governança nada dizem ao povo!
O INE, por exemplo, em Maio de 2017, indicava que 2,6 milhões de portugueses estavam em risco de pobreza extrema!
O socialismo é isto. Distribui-se uma miséria por todos (retirando o que é devido a quem tem mérito), para as cúpulas viverem à grande, alimentando a inveja no cidadão comum com a conversa fiada da "igualdade" balofa, esquecendo-se de alvitrar que a verdadeira igualdade (e a mais justa), é a igualdade de oportunidades!

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