domingo, 13 de maio de 2018

O fim da nossa jornada terrestre.



Por: Costa Pereira Portugal, minha terra

Neste mês de Maria que é Maio, as “romarias” a Nossa Senhora são uma constante por partes dos fiéis cristãos, em tudo quanto seja santuário mariano. Mas não é obrigatório que seja igreja ou ermida de evocação mariana para prestar homenagem a Virgem Mãe, neste mês ou noutro qualquer do ano, pois todos os momentos da nossa vida são azados para o fazer.
No passado dia 9 aproveitei acompanhar a minha esposa até à quinta de São Loureço, em Carnide velho, onde na vetusta igreja consagrada a esse mártir, o Padre Frei Gonçalo, habitualmente celebra todas as 4ª-feiras missa para os utilizadores do Centro Social Paroquial de Carnide. Por norma não assisto a essa celebração, uma vez que à hora em que ocorre (15h00) estou indisponível, o que não aconteceu no citado dia 9, e por isso lá fui eu fazer companhia à minha esposa e aproveitar para além da eucaristia fazer uma “romaria” a Nossa Senhora. E em vez de no santuário da Luz fiquei-me por São Lourenço. As pernas também já começam a dar ordens…   
Dali passei pelo “Caravela”, tomei um cafezinho, e no jardim do Bairro Novo de Carnide, detive-me a ver um grupo de reformados ali entretidos a jogar as cartas para consumir o tempo que lhes resta de vida. Vida que levaram a trabalhar e agora desperdiçam por não ter outros horizontes mais ambiciosos. Que bom termos quem nos aponte um caminho seguro para bem ocupar o fim da nossa jornada terrestre.  

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