O gosto por ver as aves
em liberdade pousar frente à janela do meu quarto faz-me perder alguns momentos
debruçado no parapeito sempre que tenho vagar para o fazer. E um dia destes
surpreendeu-me ver entre os pássaros o que não é normal acontecer : um chasco-preto.
Esta espécie que me recorde abundava nos meus tempos de criança, hoje
rareia e ao que li limita-se apenas a “algumas zonas remotas do interior”. Li
também que “ frequenta vales com afloramentos rochosos, pousando em grandes
rochedos ou em edifícios isolados”. Pelo que observei neste curto espaço de
tempo que dispus a seguir os movimentos desta ave irrequieta e tímida o que
notei foi ser pouco sociável, mesmo em relação às espécies do seu grupo ou
semelhança. São aves residentes da nossa avifauna, que onde têm ambiente se
podem ver todo ano. É inconfundível a
cauda branca contrasta com o resto da plumagem de tom escuro e peito
alaranjado. Dado como mais localizado no Alto Douro, Beira interior e Alentejo,
foi na Bajouca (Leiria) que neste inicio de Julho de 2017 fiquei radiante por
ver uma avezinha que me fez recordar os tempos de rapazote em terras de Basto.sexta-feira, 7 de julho de 2017
Rapazote em terras de Basto
Por: Costa Pereira - Portugal, minha terra
O gosto por ver as aves
em liberdade pousar frente à janela do meu quarto faz-me perder alguns momentos
debruçado no parapeito sempre que tenho vagar para o fazer. E um dia destes
surpreendeu-me ver entre os pássaros o que não é normal acontecer : um chasco-preto.
Esta espécie que me recorde abundava nos meus tempos de criança, hoje
rareia e ao que li limita-se apenas a “algumas zonas remotas do interior”. Li
também que “ frequenta vales com afloramentos rochosos, pousando em grandes
rochedos ou em edifícios isolados”. Pelo que observei neste curto espaço de
tempo que dispus a seguir os movimentos desta ave irrequieta e tímida o que
notei foi ser pouco sociável, mesmo em relação às espécies do seu grupo ou
semelhança. São aves residentes da nossa avifauna, que onde têm ambiente se
podem ver todo ano. É inconfundível a
cauda branca contrasta com o resto da plumagem de tom escuro e peito
alaranjado. Dado como mais localizado no Alto Douro, Beira interior e Alentejo,
foi na Bajouca (Leiria) que neste inicio de Julho de 2017 fiquei radiante por
ver uma avezinha que me fez recordar os tempos de rapazote em terras de Basto.
O gosto por ver as aves
em liberdade pousar frente à janela do meu quarto faz-me perder alguns momentos
debruçado no parapeito sempre que tenho vagar para o fazer. E um dia destes
surpreendeu-me ver entre os pássaros o que não é normal acontecer : um chasco-preto.
Esta espécie que me recorde abundava nos meus tempos de criança, hoje
rareia e ao que li limita-se apenas a “algumas zonas remotas do interior”. Li
também que “ frequenta vales com afloramentos rochosos, pousando em grandes
rochedos ou em edifícios isolados”. Pelo que observei neste curto espaço de
tempo que dispus a seguir os movimentos desta ave irrequieta e tímida o que
notei foi ser pouco sociável, mesmo em relação às espécies do seu grupo ou
semelhança. São aves residentes da nossa avifauna, que onde têm ambiente se
podem ver todo ano. É inconfundível a
cauda branca contrasta com o resto da plumagem de tom escuro e peito
alaranjado. Dado como mais localizado no Alto Douro, Beira interior e Alentejo,
foi na Bajouca (Leiria) que neste inicio de Julho de 2017 fiquei radiante por
ver uma avezinha que me fez recordar os tempos de rapazote em terras de Basto.
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