sábado, 5 de março de 2016

O descaramento de Costa


A desempenhar o cargo de Primeiro-ministro, sustentado na geringonça composta pelo Bloco e pelo PCP (e PS), Costa veio hoje para os holofotes da televisão, a propósito dos cem dias de “governação” da geringonça, informar os “portugueses” que já tinha saudades da normalidade. E que o país estava, agora, a atravessar um período de normalidade, em que o cidadão já podia dormir descansado porque sabia que lhe não iam cortar na reforma.
O descaramento de Costa, só tem paralelo em países como as antigas repúblicas soviéticas, ou em países como o Burkina Fasto ou Congo.
A normalidade para Costa, é atingir o poder sem ganhar eleições, formar uma solução governativa suis-generis que não segue as regras éticas dos países europeus civilizados. Mas segue os “procedimentos” das esquerdas. Aqueles que servem para promover os amigos (clientes), prejudicando os do costume – os melhores.
A normalidade para Costa é aumentar mensalmente o vencimento em cinco cêntimos, nuns casos, e 75 cêntimos noutros. Com o conluio de Pachecos, Constanças e outros e outras.
Costa há-de ganhar juízo depois de Abril. Melhor ainda, em Outubro.

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