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| Virgilio Gomes |
Esta crónica, ainda em Fortaleza, é uma espécie de continuação da anterior
na qual lamento a ausência de cozinha regional na maioria dos
restaurantes da zona a que os turistas habitualmente têm mais acesso.
Mas a cozinha regional, e que deveria contribuir para a identidade do
Ceará, existe. E há restaurantes nos quais surgem evidenciados alguns
produtos locais mas de forma discreta. Eu tenho os meus restaurantes
prediletos nesta cidade que são Casa de Moá, D’ Abelle Bistrot, L’ Ô,
Santa Grelha e Marquês da Varjota, e ainda o Buffet de Regina Diógenes
(Aldeota).
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| Flores em venda de rua, em Fortaleza |
Tenho, no entanto participado em
refeições encantadoras pela mão de amigos valiosos e que serviram em
suas casas. À laia de despedida desta terra, vou citar duas refeições
que, parecendo simples, foram de um grande prazer. Não só a execução
culinária e a qualidade dos produtos e, melhor ainda, a conversa durante
a refeição, em casas de bem receber. Apresentarei as fotos com
legendas.
A primeira refeição foi em casa de
Gilmar de Carvalho. Um almoço que nos preparava para uma pequena viagem,
uma espécie de expedição museológica a Redenção, que redundou em
decepção, à parte uma manifestação invulgar de uma boiada que
atravessava a cidade.
A despedir de Fortaleza:
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