sábado, 8 de junho de 2013

dois anos de governação dos sociais democratas



No dia em que se assinalaram dois anos da vitória eleitoral do Partido Social-democrata, Pedro Passos Coelho, o presidente do partido, foi igual a si próprio, demonstrando, com simplicidade, que o país está primeiro.
Não governa pelo poder, mas pelo país. Denunciou no seu discurso, aquilo que há muito devia ter feito com veemência (e que nós aqui, neste espaço, aconselhamos): as governações socialistas de José Sócrates.
“No dia em que foi público o apoio do PSD para evitar o resgate foi assinado o contrato do TGV”, disse. E referiu a ocultação do défice real por essas governações.
Disse-o agora, e há alguns meses, mas devia tê-lo dito nos primeiros três meses de governação. Como devia ter mandado fazer uma auditoria às contas públicas. Não o fez porque é um homem educado, mas isso pode-lhe trazer dissabores políticos. E eles não tardaram. Nas suas próprias hostes. Não é que há dois candidatos às autárquicas que não querem nos seus cartazes o símbolo do partido que os escolheu?!
Pois bem, isto ultrapassa a ingratidão. É infame! E o líder do partido, neste caso, tem que ter mão de ferro.
A este assunto e às autárquicas retornaremos adiante. Ainda é cedo e, ao contrário dos comentadores da praça, apostamos numa vitória da social-democracia.

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Tintim traduzido para mirandês.

 

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