No
dia em que se assinalaram dois anos da vitória eleitoral do Partido
Social-democrata, Pedro Passos Coelho, o presidente do partido, foi igual a si
próprio, demonstrando, com simplicidade, que o país está primeiro.
Não
governa pelo poder, mas pelo país. Denunciou no seu discurso, aquilo que há
muito devia ter feito com veemência (e que nós aqui, neste espaço,
aconselhamos): as governações socialistas de José Sócrates.
“No
dia em que foi público o apoio do PSD para evitar o resgate foi assinado o
contrato do TGV”, disse. E referiu a ocultação do défice real por essas
governações.
Disse-o
agora, e há alguns meses, mas devia tê-lo dito nos primeiros três meses de
governação. Como devia ter mandado fazer uma auditoria às contas públicas. Não
o fez porque é um homem educado, mas isso pode-lhe trazer dissabores políticos.
E eles não tardaram. Nas suas próprias hostes. Não é que há dois candidatos às
autárquicas que não querem nos seus cartazes o símbolo do partido que os
escolheu?!
Pois
bem, isto ultrapassa a ingratidão. É infame! E o líder do partido, neste caso,
tem que ter mão de ferro.
A
este assunto e às autárquicas retornaremos adiante. Ainda é cedo e, ao
contrário dos comentadores da praça, apostamos numa vitória da social-democracia.
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