quinta-feira, 23 de maio de 2013

Antigos alunos de N'Dalatando, confraternizam em almoço singular

Abílio, Brás, Trinca, Armando Palavras, Victor Belo e esposa, Tó Teixeira, Favita Madeira, Brigas Paulino, Rui Domingos.
Fila da frente: Guilherme Castanheira e João Torres.
 
 
Carlos GanhãoCarlos Ganhão faz-nos em Dembos – A Floresta do Medo (Angola, 1969-1971), um dos muitos retratos da “guerra colonial” portuguesa em Angola; um retrato pessoal e participativo. E logo no terceiro capitulo que intitula “Viagem para o Inferno” nos descreve o itinerário da coluna constituída por “cerca de doze viaturas pesadas civis e escoltada por três autometralhadoras ligeiras “AML Panhardo”, na qual participa”. Seguem com um destino fixo: Zala, no coração da floresta dos Dembos.
Dos Dembos trata Joaquim Coelho em O Despertar dos Combatentes; outro retrato da “guerra colonial”. Além de testemunho pessoal é um documento fotográfico assinalável. Descreve a resistência de Mucaba, a missão no Bungo, os dias negros da Damba e Maquela do Zombo, a operação Quipedro, depois de Nambuangongo, e por aí adiante.
 
Já José Eduardo Agualusa na Conjura trata do movimento independentista surgido na Luanda de finais do século XIX. Mas não deixa, contudo, de relatar as várias revoltas como a dos Dembos.

 
Nos Dembos se situa a antiga Vila (hoje cidade) de Salazar (N’Dalatando). E dela é oriundo este grupo que, todos os anos, se junta confraternizando em amena cavaqueira, degustando uma bela moambada, prato típico angolano, composto de galinha e fungi (massa de mandioca), com molho de dendém e quiabos, um vegetal gostoso.

 
 










Outros livros sobre Angola
A.Passos Coelho
Castro SoromenhoRuy Duarte de Carvalhohttp://tempocaminhado.blogspot.pt/2012/01/angola-amor-impossivel.html

Luandino Vieira
 
 
 
 

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