Abílio, Brás, Trinca, Armando Palavras, Victor Belo e esposa, Tó Teixeira, Favita Madeira, Brigas Paulino, Rui Domingos.
Fila da frente: Guilherme Castanheira e João Torres.
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Carlos
Ganhão faz-nos em Dembos – A Floresta do
Medo (Angola, 1969-1971), um dos muitos retratos da “guerra colonial”
portuguesa em Angola; um retrato pessoal e participativo. E logo no terceiro
capitulo que intitula “Viagem para o Inferno” nos descreve o itinerário da
coluna constituída por “cerca de doze viaturas pesadas civis e escoltada por
três autometralhadoras ligeiras “AML Panhardo”, na qual participa”. Seguem com
um destino fixo: Zala, no coração da floresta dos Dembos.
Dos
Dembos trata Joaquim Coelho
Já
José Eduardo Agualusa na Conjura
trata do movimento independentista surgido na Luanda de finais do século XIX.
Mas não deixa, contudo, de relatar as várias revoltas como a dos Dembos.
Nos
Dembos se situa a antiga Vila (hoje cidade) de Salazar (N’Dalatando). E dela é
oriundo este grupo que, todos os anos, se junta confraternizando em amena
cavaqueira, degustando uma bela moambada, prato típico angolano, composto de
galinha e fungi (massa de mandioca),
com molho de dendém e quiabos, um vegetal gostoso.
Outros livros sobre Angola
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