segunda-feira, 8 de abril de 2013

Silvio Teixeira - FILHO ÉS…


Silvio Teixeira
FILHO ÉS…

Um  dos  muitos exemplos de humanidade vem citado na Bíblia Sagrada.
Era uso num país do oriente, quando os pais chegavam a uma avançada idade, os filhos pegarem neles e levarem-nos para o monte onde ficavam até chegar a hora da morte.
Assim aconteceu com um filho que levou o seu pai  para o monte, deixando-lhe uma manta para se abrigar do frio.
Porém, o pai, lembrando-se que decorridos anos, sucederia o mesmo a seu filho, disse-lhe: vida sem preocupações.
- Fico apenas com metade da manta, pois, quando tiveres a minha idade, teus filhos te transportarão para este lugar e cobrires-te-ás com a metade da manta que ora levas.
O filho refletiu nas palavras do pai, pega nele e leva-o novamente para sua casa para que viva o resto da vida sem preocupações.
Deve-se interpretar o gesto do pai como um exemplo flagrante de humanidade.
Honrar Pai e Mãe  é  um dos Mandamentos da Lei de Deus, apresentado no Montre Sinai a M oisés.
Este exemplo deve vigorar em consciência pela humanidade.
Assim, foram criados nos primórdios tempos os asilos, para abrigar os velhos e os necessitados.
Nos tempos contemporâneos, essas casas passaram a denominar-se de lares.
Pois é, esses lares que abrigam dezenas de idosos, é o reconhecimento para quem labutou anos seguidos para criar os seus filhos e transformá-los em homens e mulheres dignos para viverem em sociedade e fazerem com que esta progrida através dos tempos, com melhores condições de vida, de saúde e bem estar.
Porém, muitos lares, são explorados por indivíduos que fazem destes uma indústria  de rendimento, olvidando os propósitos para que foram criados.
Evidentemente, que o lucro é legítimo pois, com prejuízos ninguém consegue sobreviver, a não ser com dádivas de beneméritos, as quais possam servir para cobrir os défices.
Entrementes, há  lares cuja ambição dos exploradores é não só o lucro, como ainda, fazem sofrer os residentes com maus tratos, que são altamentre reprováveis numa sociedade que apregoa constantemente o respeito e a igualdade entre os povos.
Há que impedir que tal aconteça.
Entidades fiscalizadoras, ao que fazem constar, através dos órgãos de comunicação social, têm feito  encerrar estabelecimentas  do género que não cumprem as leis para as quais foram criados.
Há que exercer o bom senso, respeitando quem serviu e no momento necessita de quem o sirva, pois a idade não perdoa.
Há muita gente que trabalha, que é útil à sociedade, mas há também os “misantropos” que nadafazem,  que são  contra tudo e contra todos, mas, todavia, vivem à custa dos labor dos outros e estorvam aquelea que produzem, que dinasmizam o progresso  das terras, a fim de originarem uma vivência mais feliz para as comuniudades.
A  juventude deverá lembrar-se sempre do exemplo do idoso que o filho pretendia deixer no monte para lá morrer.
Mas, o idoso pensou, no que sucederia a seu filho, quando fosse velho, e, este, trouxe-o novamente  para o seu lar que delesa cuidem  seu lar.
Como nos tempos atuais, normalmente a família trabalha, os idosos necessitam, cada vez mais de lares que deles cuidem, com o carinho e amor que requerem, não devendo esquecer que os bons exemplos dos pais, servem para que os seus filhos os prossigam, formando assim os vindouros para fazerem aos seus descendsentes o que os seus progenitores fizeram, corrigindo-se os erros do passado, para se coinquistar um mundo cada vez melhor.
Os políticos em vez de discutirem acaloradamente, sobre o “NADA”, apresentem soluções menos utópicas e mais realizáveis para o bem comum.
A verdade é que as discussões sem bases fundamentais, não resultam e,  veem-se os governos sempre contestados, muitas das vezes  sem razão lógica ou plausível, mas com o propósitgo nítido de os derrotarem para outros ascenderem ao poder.
Por isso mesmo, os políticos em vez de falarem na  defesa dos fracos e dos oprimidos, concretizem em atos os ideais proclamandos, a fim de se fazerem crer pelos povos e assim serem  eleitos, pelo seu saber, competência e humanidade.

Quanto ao resto é só “lábia” e nada mais...
Sílvio Teixeira - 2013/02/06
LAR IMACULADA CONCEIÇÃO
VILA REAL - PORTUGAL


 

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Tintim traduzido para mirandês.

 

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