Jul 12
Os
cristãos enfrentam níveis extremos de perseguição e violência em várias regiões
do mundo, impulsionados principalmente por regimes ditatoriais, extremismo
islâmico e conflitos étnico-religiosos.
As regiões mais destacadas incluem: Nigéria: a África Subsariana, nomeadamente a Nigéria, que é o local mais mortífero para os cristãos. Milhares de cristãos são mortos ou raptados anualmente por grupos extremistas como o Boko Haram, o ISWAP e pastores fulani militantes, que têm como alvo comunidades agrícolas rurais e igrejas.
Coreia do Norte: Consistentemente classificada como o local mais perigoso para se ser cristão, o regime considera o cristianismo uma ameaça fundamental. Os crentes enfrentam a execução imediata ou uma vida em campos de trabalhos forçados brutais, e as suas famílias também são alvo de perseguição.
Sudão e Somália: A guerra civil no Sudão levou à destruição de centenas de igrejas e à perseguição das minorias cristãs. Na Somália, o grupo militante al-Shabab procura a erradicação total do cristianismo. Médio Oriente e Sul da Ásia: Países como o Iémen, o Afeganistão, o Irão e o Paquistão proíbem estritamente a conversão do islamismo. Os cristãos nestas regiões sofrem violência coletiva, leis rigorosas contra a blasfémia e discriminação sistémica.
Na Índia, o nacionalismo religioso tem estimulado ataques direcionados contra comunidades cristãs e igrejas.
Nicarágua os cristãos estão a ser cada vez mais silenciados sob o regime ditatorial do presidente Daniel Ortega e da vice-presidente Rosario Murillo, a sua mulher. Os cristãos que levantam a voz contra o governo em questões como violações de direitos humanos enfrentam vigilância, intimidação e prisão. Alguns chegam a sofrer exílio e perda da cidadania.
Igrejas e outras instituições cristãs (como escolas e organizações de caridade) são consideradas uma ameaça ao regime. Tiveram bens confiscados, atividades interrompidas ou proibidas e prédios vandalizados. Em vez de serem vistos como parte valiosa do tecido social do país, muitos cristãos são considerados “agentes desestabilizadores”.
Essa crescente supressão das liberdades cristãs remonta a 2018, quando protestos nacionais eclodiram contra o governo. A situação piorou após as eleições de 2021 e a reforma constitucional de 2025. Ambas foram usadas para promover mudanças legais que justificam ainda mais a repressão às vozes dissidentes – incluindo o silenciamento da igreja.
Mas o
problema para o Expresso é Israel onde as igrejas católicas estão abertas a
todos, onde há procissões nas ruas , onde milhões de cristãos visitam os
lugares santos e onde ninguém o prende ou mata por andar com uma cruz ao
pescoço.


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