O ano passado, entre Abril e Maio, foi lançada, de novo, a polémica
“reparação histórica” aos Africanos. O presidente da República foi inoportuno
ao falar da coisa, a ministra da cultura brasileira, actuou como ave de rapina.
O único que foi sensato foi o presidente de Angola, João Lourenço, ao dizer que
não ia pedir reparação alguma e que Angola não queria saber de nada disso.
Portugal há muito que fez essa reparação dando aos africanos as
possibilidades (dentro das suas capacidades) de inclusão e educação, durante 50
anos.
A União Africana, manobrada por pensadores originários de uma
certa “escola”, manipulada nas universidades brasileiras e americanas (e algumas portuguesas),
designaram o ano de 2025 como o “Ano das Reparações”, um compromisso, dizem,
com injustiças históricas e a promoção da justiça, da responsabilização e da
reparação pelos danos cometidos contra os africanos.
Que a UA faça o que entende fazer é uma coisa, outra é haver instituições portuguesas que cobrem estas manipulações.
Porque não se fala da reparação a quem nesses países trabalhou uma vida e teve de lá sair com uma mão à frente e outra atrás ?
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