sábado, 7 de junho de 2025

Ainda as reparações históricas?


O ano passado, entre Abril e Maio, foi lançada, de novo, a polémica “reparação histórica” aos Africanos. O presidente da República foi inoportuno ao falar da coisa, a ministra da cultura brasileira, actuou como ave de rapina. O único que foi sensato foi o presidente de Angola, João Lourenço, ao dizer que não ia pedir reparação alguma e que Angola não queria saber de nada disso.

Portugal há muito que fez essa reparação dando aos africanos as possibilidades (dentro das suas capacidades) de inclusão e educação, durante 50 anos.

A União Africana, manobrada por pensadores originários de uma certa “escola”, manipulada nas universidades brasileiras e americanas (e algumas portuguesas), designaram o ano de 2025 como o “Ano das Reparações”, um compromisso, dizem, com injustiças históricas e a promoção da justiça, da responsabilização e da reparação pelos danos cometidos contra os africanos.

Que a UA faça o que entende fazer é uma coisa, outra é haver instituições portuguesas que cobrem estas manipulações.

Porque não se fala da reparação a quem nesses países trabalhou uma vida e teve de lá sair com uma mão à frente e outra atrás ?

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