A Entidade para a Transparência pediu ao Primeiro-ministro
que apresentasse alguns documentos sobre a actividade da sua empresa. Luís
Montenegro assim fez. Por razões óbvias, essa informação seria reservada em
termos públicos dentro de 30 dias. Por essa razão a ET enviou a documentação
para a Assembleia da República, onde só seis deputados teriam acesso à mesma.
Pelos vistos, foi logo tornada pública. A declaração do deputado Hugo Carneiro,
para averiguação, refere-se exactamente aos seis deputados e não aos
jornalistas como para aí se tenta dizer.
Por outro lado, o que continua na mesa são insinuações sobre o caráter do Primeiro-ministro, porque aquelas empresas já trabalhavam para o Estado muitos anos antes de Montenegro fundar a sua empresa familiar!
Hoje, na estrada (em Guimarães), a resposta às insinuações foi esta:


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