O recente comportamento do Presidente Trump, recorda-nos a questão dos Sudetas. Em síntese, a crise dos Sudetas refere-se a acontecimentos de 1938, relacionados com os alemães dos Sudetas, uma minoria étnica da Europa Central, composta por alemães estabelecidos na Boémia, Morávia e Silésia Oriental, onde constituíam a maior parte da população. Em 1938, Hitler ameaça abrir a guerra na Europa a pretexto dos Sudetas. Inglaterra e França cedem, nos acordos de Munique, a 30 de Setembro. Hitler invade a Checoslováquia no dia seguinte. A ocupação alemã que ocorreu de 1 a 10 de Outubro, subtraindo assim cerca de 30 mil km² da Tchecoslováquia, sem que as outras potências europeias reagissem. Depois disso, a maioria da população checa foi expulsa da região. No final de 1938, o Partido Alemão dos Sudetas desapareceu e fundiu-se com o Partido Nazi alemão. Finalmente, em março de 1939, a Alemanha ocupava o resto do território da Checoslováquia.
Depois da guerra, em 1945, o governo checo expulsa os alemães
dos Sudetas, considerando-os cúmplices do nazismo.
Após a derrota da Alemanha na II Guerra Mundial, os Sudetas
voltaram a ser parte da Tchecoslováquia e a população alemã foi expulsa em
massa.
Ora é isto que, pelos acontecimentos recentes, o presidente americano pretende: entregar a Ucrânia à Rússia, sobretudo ao assassino Putin. A troco de uma nova ordem comercial, afastando esse canalha russo de relações maiores com a China. Só que, ao contrário do Ocidente que pensa a 10 anos, a China pensa, pelo menos, a 100. E a China já disse que não existe paz se a Europa se não sentar à mesa das negociações.

Donald Trump está a seguir a estratégia americana da década de
70 do século passado, com Henry Kissinger em relação à China.
Só que na época não estava em causa um conflito como o de hoje. Assim sendo, era de bom-tom que se deixasse de certas “aldrabices” como chamar ao presidente Zelensky de ditador quando este foi eleito democraticamente, e cujas eleições actualmente seriam impraticáveis por razões óbvias, quando o verdadeiro ditador é o assassino Putin que “governa” a Rússia há 25 anos! Ou dizer que a América ajudou mais a Ucrânia do que a Europa, quando já foi corrigido pelo próprio Congresso Americano! Ou ainda dizer que foi a Ucrânia que começou a guerra quando o invasor foi Putin.
A Rússia está a 3 ou 4 meses de colapsar economicamente, e só
esta perspectiva Trumpiana o evitará.
O presidente Trump, num mês, já perdeu 10% da sua imagem pública, porque a opinião pública já tomou posição:
KGB















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