Há dias, numa Escola da
Região, um grupo acalorado de alunos de várias proveniências comentava a
aparência física dos seus respectivos colegas.
Um deles virou-se para um
dos mais baixinhos, portador de um "magnífico" apêndice
encéfalo-craneano e comentou:
-Que rica cabeça para
tapar uma pôça!
Riram-se todos , mas eu
fiquei a cismar ...
O que nós precisamos, com
urgência, neste esvair catastrófico do bem comum, será, tão pura e simplesmente,
uma "grande cabeça" que consiga tapar a "poça" de Portugal.
Uma cabeça grande, uma
magnífica cabeça, que consiga obstruir, taponar, atascar, atrancar, cobijar,
selar, tabicar, ou ocluir o desmedido buraco do nosso País.
Ou a descobrimos nos tempos mais próximos, ou a água da nossa "poça", a água da nossa subsistência como País e como Nação, se há-de perder, criminosamente, pelo rêgo das "talhaduras".
In Desta Maldição de Mim -
Luís Jales de Oliveira
(Enviado por Maria da Graça)

Sem comentários:
Enviar um comentário