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| Peter Paul Rubens |
Deposição de Cristo é a cena,
representada na arte, da retirada do corpo já morto de Jesus da cruz por José
de Arimateia[1] e Nicodemos[2] (John
XIX, 38-42).
Outras figuras, não mencionadas
nos evangelhos canónicos: são João Evangelista, que aparece às vezes ajudando
Maria (no tema conhecido como Desmaio da Virgem), e Maria Madalena. O Evangelho
de João menciona um número indefinido de mulheres que teriam assistido à
crucificação de Jesus, incluindo as chamadas "Três Marias".
Após a Deposição, Cristo é sepultado. O sepulcro é tapado com uma pedra e vigiado por guardas romanos, ali colocados por Pila-tos, a pedido dos sacerdotes do Templo, para que os discípulos de Je-sus não levassem o corpo e dissessem que havia ressuscitado.
[1] José de Arimateia, assim conhecido por ser de
Arimateia, cidade da Judeia, foi, segundo os Evangelhos canónicos, um homem
rico, senador e membro do Sinédrio, o colégio dos mais altos magistrados do
povo judeu e que formava a suprema magistratura judaica. Segundo o relato de
João (19:38) era discípulo de Jesus, embora secretamente.
[2] Nicodemos era membro do Sinédrio, mestre da Lei, que, segundo o Evangelho de João, se mostrou favorável a Jesus. Aparece três vezes nesse evangelho: na primei-ra, visita Jesus uma noite para ouvir seus ensinamentos (João 3:1–21); na segunda, afirma a lei relativa à detenção de Jesus durante a Festa dos Tabernáculos (João 7:45–51); e na terceira, após a crucificação, ajuda José de Arimatéia na preparação do cadáver de Jesus para o enterro (João 19:39–42).


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