São conhecidas as decisões da quarta fase de negociações
entre a Rússia e a Ucrânia, desenvolvida esta semana, com o patrocínio da
Turquia. Um dia depois da mesma já a OTAN e os EUA denunciavam que a Rússia não
estava em retirada, mas sim a reposicionar as suas forças. Se os patrocinadores
das mesmas e a própria Ucrânia têm tido uma postura transparente, a Rússia
(leia-se PUTIN) movimenta-se em postura pantanosa e mentirosa.
O magnata Roman Abramovich que tem reunido esforços nestas negociações,
entregou a semana passada uma carta do Presidente Zelensky a Putin. Este,
simplesmente respondeu: “Vamos destruí-los!”.
Tudo dito.
Convém dizer que estas fases de negociação, nada têm de negociação, porque a primeira coisa a fazer num caso destes, seria estabelecer um cessar fogo, embora as tropas mantivessem as posições. Isto é óbvio para qualquer pessoa sensata, nem sequer é preciso chamar à liça as convenções de Genebra. Ora o que tem acontecido é que a Ucrânia tem negociado com uma arma apontada à cabeça.
Não seria o momento de o presidente Volodymyr Zelensky
questionar essas negociações? E de se recusar a partir de agora, em participar
nas mesmas, a não ser que houvesse um cessar fogo imediato?!
JMB, neste blogue, nas suas reflexões de Março escrevia:





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