Entre as Acções
de usurpação e terror de Stalin em relação a todos os satélites da URSS, destaca-se
o Holodomor (Ucrânia), 1932-1933.
O Holodomor, ou Fome-Terror, ou mesmo Grande Fome, foi
uma crise generalizada de fome que atingiu a Ucrânia durante o regime comunista
soviético liderado desde 1922 por Joseph Stalin (1878-1953).
O nome vem das palavras em ucraniano "holod"
(fome) e "mor" (praga ou morte).
Alguns historiadores, como Timothy Snyder, da
Universidade de Yale, nos Estados Unidos, que fez uma extensa pesquisa na
Ucrânia, estimam o número de mortos em cerca de 3,3 milhões. Outros dizem que o
número foi muito maior.
Qualquer que seja o número real, é um trauma que deixou
uma ferida profunda e duradoura nessa nação de 44 milhões de habitantes.
Aldeias inteiras foram dizimadas e, em algumas regiões, a
taxa de mortalidade chegou a 30%. O campo ucraniano, lar da "terra
negra", algumas das terras mais férteis do mundo, foi reduzido a um
deserto silencioso.
Cidades e estradas ficaram repletas de cadáveres daqueles
que deixaram suas aldeias em busca de comida, mas morreram ao longo da jornada.
Houve relatos generalizados de canibalismo.
Em 2013, a ucraniana Nina Karpenko, então como 87 anos,
contou, em entrevista à BBC, como conseguiu sobreviver.
"Um pouco de fubá barato, palha de trigo, folhas
secas de urtiga e outras ervas daninhas" — essa era a essência da vida
durante o terrível inverno e o início da primavera de 1932-33 na Ucrânia.
Quando as aulas recomeçaram no outono seguinte, dois terços das carteiras estavam vazias, segundo Karpenko. Seus colegas de classe haviam morrido.
Joseph Stalin é acusado de
deliberadamente mandar levar para Moscovo os víveres que os ucranianos
produziam e eles morriam de fome.
Os “Comissários” (no local onde se
realizava uma acção ordenada por Stalin, havia um “comandante” designado “Comissário”.
Eu conheci um na Barragem de Massingir em Moçambique”) de Stalin fixavam “Metas
de Produção” de cereais, etc, etc., que os agricultores Ucranianos tinham de
cumprir em cada ano, quer a colheita fosse boa ou má. Então esses pobres trabalhadores
tinham de entregar, para seguir para Moscovo, o seu próprio sustento, de modo
ainda pior do que Hitler fez ns países que tomou de assalto.
O meu Colega ASER mandou-me um vídeo a
esse respeito. No meu PC o vídeo tem som.
Verdadeiramente horroroso. Na URSS os governantes não tinham qualquer consideração pela vida humana, nem a dos próprio russos.
Quando os Ucranianos morriam de fome, os “Comissários” mandavam enterra-los em Valas Comuns. E chegavam a mandar enterrar moribundo (pessoas ainda vivas) com o terrível argumento de que essas pessoas, iriam, de qualquer forma, morrer dentro em pouco tempo...
É bem sabido que o actual Czar da
Rússia, dito Czar Roxo, porque são
públicos os “beija mãos” de Putin com o Patriarca da Igreja Ortodoxa, porque
este lança a bênção sobre todos crimes e patifarias que ele faz em toda a Rússia,
determinou ser ele e não as populações locais a nomear os governadores de todos
os estados da Rússia, isto é, já não há eleições,enquanto que no tempo do Czar
Vermelho (Estaline), dono da URSS, todas
as Igrejas estavam a ser “Reparadas”, portanto, não havia missas, nem padres,
mesmo os ortodoxos.
Pior, o Czar Vermelho mandou destruir todas as Igrejas, incluindo a Catedral de São Pittsburgo, obra admirável por fora e por dentro que era uma grande
atracção turística.
O nome da cidade “São Pittsburgo” foi mudada para “Stalingrad”.
O Czar Roxo foi “chefe” da KGB de Estaline, já instalou lá
outra KGB muito maior que ele anunciou há uns dois anos, com “pompa e circunstância”
na TV muscovita, ser dotada de meios financeiros e meios técnicos (Cibernéticos)
para intervir em todo o Mundo na defesa dos interesses da Rússia, não só interesses
militares, mas também interesses económicos e políticos. Daí a bem conhecida intervenção
nas eleições dos EUA e nas das Europa. Merkel, ao tempo, respondeu-lhe que
serviços secretos usando a Cibernética já existiam muitos paises europeus e nos
EUA.
Por tudo isso, vê-se bem que o Czar Roxo tem muitas saudades da URSS, dominando todos os seus satélites. Por isso, de uma forma arrogante e provocativa, prelúdio da Invasão da Ucrânia, Vladimir Putin assinou, há poucos dias documentos reconhecendo a soberania de Donetsk e Luhansk, áreas controladas por separatistas pró-Rússia, e ordenou o envio de soldados para a região, com a suposta missão de pacificar a área.
Depois, como um louco desvairado, mandou 1º bombardear e destruir com
bombas incendiárias, todos os aeroportos militares civis da Capital Kiev (e de outras
cidades destruindo também pelo menos um grande Edifício Civil com muitos
habitantes dentro. Ao mesmo tempo mandou muitas centenas de tanques russos
armados cercar Kiev. Depois os tanques moveram-se em ordem a penetrarem nas ruas
em direcção ao centro da cidade.
O exército Ucraniano não estava de modo algum preparado para enfrentar uma
tal brutal Invasão, mas foi resistindo como pôde. A própria população realizou
actos heroicos: muitos elementos esconderam-se na floresta e preparam coktails
Molotov (garrafas com tecidos (trapos) dentro e gasolina que incendiadas foram lançadas
sobre os tanques russos. Mesmo assim, muitos tanques russos permanecem dentro
e Kiev, mas o Czar Roxo não conseguirá anexar a Ucrânia à Rússia, pois
se trata de um País Independente reconhecido pelas Nações, o que não acontece
com muitos outros países que Czar Roxo “anexou”.


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