Por BARROSO da FONTE
O diploma
nasceu da iniciativa do XXII Governo, colheu contributos de associações, dos
vários partidos com assento parlamentar e acabou por reunir um amplo consenso
na Assembleia da República, em torno da dignificação e valorização dos antigos
combatentes, relevando também a dimensão solidária para com os veteranos.
O Estatuto
do Antigo Combatente estabelece um conjunto de direitos e deveres dirigidos aos
que serviram Portugal e uma série de apoios extensíveis às respetivas famílias,
a quem o país também presta o devido tributo, identificando todos os passos
necessários para a atribuição desses benefícios».
Soube-se
que no mês de Janeiro, alguns Combatentes receberam a «misteriosa» insígnia e
também o direito aos apoios nas viagens nos transportes públicos. Mas: ou a
Secretária da Estado dos Antigos Combatentes, que acaba de ser promovida a
ministra da Justiça, exige mais rapidez aos seus colaboradores mais diretos ou,
então, depressa ofuscará a competência com que a sua nomeação chega ao topo do
já lentíssimo Ministério da Justiça. Um exemplo fac-similado e sem resposta
desde 10 de fevereiro:
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