
Por: Costa Pereira
Hoje, dia 4 de Junho, é
véspera de me preparar para fazer uma deslocação à Bajouca de Leiria, onde já
não vou desde Março. Já tenho saudades daquela terra e de tomar um cafezinho no
Terra Barro. Ou no Ka-TE-Kero, quando não à Marinha do Engenho. Mas antes ir
primeiro saudar os Patronos da paróquia que são: NS da Piedade e Sto. Aleixo.
Nestas ocasiões é
agradável ver os amigos e familiares depois de tanto tempo de “isolamento”
imposto por causa desta praga que ainda não parou de matar. Estou-me a lembrar
de uma mensagem que recebi de alguém que me dizia em resposta a um convite que
lhe fiz para irmos matar saudades ao Carriço, ou ao Pedrogão e a resposta foi
esta: “Não. Queremos os tios vivinhos da silva”. São coisas curiosas, estas de recordar
e viver, pois a vida são dois dias e este já vai na conta.
O certo é que á minha
terra de origem já não vou há muito tempo e bem queria lá voltar, mas não estou
a ver forma de lá ir. O Monte Farinha, as Fisgas e Ponte de Mondim, a Vila,
Atei, Ermelo, Bilho, a Anta, o Bobal, Lamas – de – Olo e o meu Vilar de
Ferreiros. Com suas sete aldeias que vão de Campos a Vilarinho e do Campo do
Seixo ao Fragão de São Paulo, bem como do Monte Farinha ao São José do Fojo.


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