Esta campanha infame conduzida pelo
partido socialista contra um dos grupos sociais mais esclarecidos da sociedade,
não é de hoje. Teve origem em 2005 no governo mais corrupto da História Moderna
portuguesa (ressalvando os da Primeira República – que foram idênticos), onde António
Costa era o número 2 e Maria de Lurdes Rodrigues, a então ministra da educação.
Por questões ideológicas e porque sentiram necessidade de vergar a classe, para
poderem implantar aquilo que deu origem ao nepotismo de hoje. É clássico:
anarquiza-se para se estar à vontade de se praticar as patifarias que bem se
entende!
Os casos foram bem denunciados à época,
em termos individuais, através de meios online, da imprensa escrita ou falada.
Colectivamente, porém, uma imprensa mafiosa, procurou, sobretudo, enaltecer as “qualidades”
do “menino de oiro” do PS, omitindo a verdade dos factos, apanágio de uma
imprensa verdadeiramente livre.
As peças estão escritas e os argumentos
gravados. Não há forma de os fazer desaparecer do mapa como tentaram vários
regimes totalitários.
Houve gente que os reuniu, como por
exemplo Santana Castilho, ou Paulo Guinote .
O governo de Costa não fez mais do que
dar continuidade a esta perfídia, com o beneplácito do legislador, de uma
imprensa amarrada, dois partidos de esquerda que o sustentam, e a benevolência
do Presidente da República, preocupado com a paz social.
O país já está a pagar a infâmia,
chegará o tempo em que as desculpas, de nada servirão para o mal criado.
Santana Castilho em artigo recente, no jornal Público, escreveu isto: “Depois de um deplorável epílogo, os professores têm agora de tomar uma decisão pica-miolos: ou recebem os dois anos, nove meses e 18 dias em três parcelas (entre 2019 e 2021) ou de uma só vez, aquando da sua próxima progressão. Mas, para além da ponderação para ver qual escolha é mais favorável, acresce que a situação se complica para os que optarem pelo faseamento, dado que podem ter o requisito relativo ao tempo mas não terem o requisito relativo à avaliação do desempenho, designadamente número mínimo de horas de formação ou, nalguns casos, aulas observadas. Aparentemente, o legislador não pensou neste constrangimento e sobre ele disse nada.
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| Maria Lúcia Amaral (Provedor de Justiça) |
Serve de mote para as seguintes
reflexões: se esses professores não foram avaliados ou não tiveram aulas
assistidas, a quem se atribui a falta? Ao avaliador ou ao avaliado?
Em qualquer instituição decente, é ao
avaliador que compete organizar o plano de avaliação e ao avaliado cumprir com
os requisitos do mesmo, legalmente estabelecidos.
É assim na Europa civilizada. Em
Portugal, contudo, promulgam-se as “leis” para cada caso, onde o nepotismo
decide arbitrariamente.
Onde anda o Presidente da República,
coxo e cego para estas questões de ética profissional? A tocar algum bombo por
essa periferia.


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