Na manhã em que foi
votada na Assembleia da República o diploma que previa a devolução dos nove
anos, quatro meses e dois dias aos professores, Rui Rio foi à Renascença para explicar que devolver dinheiro aos professores “depende muito do
crescimento económico” do país. Mas, prometeu, se for primeiro-ministro e a
manterem-se as atuais condições, cerca de 2% de crescimento real, restituirá o
tempo congelado já na próxima legislatura.

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